Vitrine de Curiosidades /15
Esticador de chapéus elétrico
Sala Memórias do Edifício, de 7 de julho a 3 de agosto
O chapéu de feltro masculino, que a sétima arte eterniza com o nome de fedora ou borsallino, vulgariza-se a partir dos anos 20 do século passado, tornando-se uma peça indispensável do traje de sair masculino essencialmente a partir da década de 40. Com a mesma forma do também célebre Panamá, feito em palha, a sua confeção exige a modelagem e o esticamento do feltro com base no calor, neste caso gerado por uma resistência elétrica. Este tipo de equipamento extensivo permite a variação do tamanho, em alternativa à forma fixa do anterior bloco de madeira. Terá sido utilizado por uma das chapelarias existentes em Angra, muito provavelmente depois da municipalização, em 1929, dos serviços de fornecimento da energia elétrica à cidade. Integra a Unidade de Gestão de Etnografia do Museu de Angra do Heroísmo.