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Ateliês escolares

Mar Aberto
Ao Cabo do Medo
As viagens fabulosas de Ulisses e Santo Antão e as não menos fantásticas proezas de Afonso Baldaia e Bartolomeu Dias dão o mote a um conjunto de jogos e gincanas que tematizam a concepção medieval da Terra e o advento de um novo mundo protagonizado pelos portugueses.
Adaptável em função da faixa etária.
A ver navios
4 de julho, das 10h00/12h00
10 de julho, das 10h00/16h00

Os barcos evocam um lugar muito particular no imaginário ilhéu, evocando múltiplas possibilidades de evasão, aventura ou reencontro. A esta multiplicidade de sentidos, soma-se a história muito particular dos barcos que integram esta exposição escolhidos precisamente pelas lendas e narrativas que lhe estão associadas.
Depois de uma visita orientada à exposição, realizar-se-á um ateliê de expressão plástica, em que se produzirão molduras inspiradas nas em histórias das embarcações expostas.
Olhar com Olhos de Ver II: as Pedras de Baltasar
O artista é aquele que vê mais, vê melhor e vê de maneira diferente. Vamos olhar com olhos de ver para as peças de Baltasar Pinheiro e descobrir a razão por detrás dos nomes que o artista lhes atribuiu. Depois, em ateliê, vamos reutilizar materiais para criar as nossas próprias esculturas.
Público-alvo: Adaptável em função da faixa etária
Camponês Júnior
Visita orientada à exposição, seguida de uma apresentação em que se expõem os tempos de sementeira e colheita de algumas culturas, e de acordo com os ensinamentos do Almanaque do Camponez se semeiam leguminosas, de forma a poder acompanhar o seu crescimento.
Público-alvo: Pré-escolar e 1.º ciclo.
O Mais Silencioso dos Tecelões: a História da Seda
Neste ateliê, será narrada a história milenar da mais requintada de todas as fibras, apreciada pela sua suavidade, brilho e resistência e dado a conhecer o ciclo de vida do bicho-da-seda, seguindo-se atividades de expressão plástica adequadas à faixa etária dos participantes.
Público-alvo: Pré-escolar e 1.º ciclo
Cavaleiros do MAH
Cadeirinhas, Pó de Arroz e Moscas de Veludo
Vamos viajar até ao século XVIII, para perceber como se vestiam, maquilhavam e conviviam as damas e cavalheiros, que se faziam transportar em cadeirinhas, liteiras, seges e traquitanas, como as que integram a Coleção de Transportes do MAH. Depois, convenientemente maquilhados e adornados, fazemos um retrato à maneira setecentista.
Público-alvo: adaptável em função da faixa etária
Paisagens Pessoais | ateliê de Azulejaria
Neste ateliê de azulejaria, exploram-se as potencialidades do método da corda seca para, inspirados na obra de José Nuno da Câmara Pereira, criar paisagens pessoais, entre o mito e a memória.
José Nuno da Câmara Pereira, um pintar de experiências feito
Nesta visita à exposição José Nuno da Camara Pereira | Um Sisifo Feliz, evidencia-se o carácter experimentalista da obra de José Nuno, fazendo referência à diversidade de matérias-primas e técnicas utilizadas e explorando os conceitos de arte efémera e instalação. Cada participante, terá à sua disposição, em ateliê, diferentes materiais, através dos quais poderá experimentar técnicas simples mas alternativas de pintura e construir um mosaico para um painel coletivo.
Público-alvo: a partir do 2.º ciclo.
Urraca, a serpente que quer voar
Nesta visita à exposição José Nuno da Camara Pereira | Um Sisifo Feliz, evidencia-se o carácter experimentalista da obra de José Nuno, fazendo referência à diversidade de materiais e técnicas utilizadas e explorando os conceitos de arte efémera e instalação. Em ateliê, cada criança pintará um tubo de cartão que integrará o corpo de uma serpente voadora a instalar no teto do Serviço Educativo, relembrando um projeto do artista, datado de 1982, apresentado na exposição colectiva "Desenhos", que marcou o fim do projeto da revista Sema.
Público-alvo: adaptável em função da faixa etária
O leque, uma história de sedução
O leque é mais um dos objetos trazidos para a Europa pelos portugueses, na sequência os Descobrimentos. Requintado, frágil e belo, rapidamente se torna símbolo de luxo e sedução. Contudo, este objecto reserva-nos algumas surpresas. Sabias que podia ser usado como arma e para transmitir mensagens secretas?
Público-alvo: adaptado em função a faixa etária
Baleia à Vista!
0 mural de Luís Brum, realizado aquando da maratona luso-americana de leitura da Moby Dick, no pátio da Biblioteca do Edifício de São Francisco, dá o mote a uma conversa sobre a baleação norte-americana e a sua influência na caça à baleia nos Açores. A diferença entre baleia e cachalote e a finalidade da caça destes é também abordada no decorrer desta atividade que termina com uma visita à exposição Do Mar e da Terra... uma história no Atlântico, onde estão patentes objetos de arte e uso comum fabricados com dente e osso de baleia.
Publico-alvo: pré-escolar e 1.º ciclo
Pistas | jogo de descoberta
Propõe-se que pequenos grupos de crianças percorram o MAH e que, olhando com atenção para algumas peças seleccionadas, cheguem autonomamente a conclusões sobre as mesmas, mediante as informações e questões que lhes são apresentadas num conjunto de fichas-guia.
Público-alvo: 1º e 2.º ciclos
Tempos de Guerra
Visita orientada à exposição Depósito de Concentrados Alemãs na Ilha Terceira, patente na Sala do Capítulo, até 21 de janeiro.
Público-alvo: a partir do 1.º ciclo

Lenços de Namorados

Ateliês individuais

Ação de formação pela companhia de teatro Cães do Mar
Da História à Cena
de 12 a 16 de julho
Quarta, Quinta e Sexta das 19:30 às 22:30
Sábado e Domingo das 14:30 às 17:30
Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima

Arquétipos Físicos – criação de personagens recorrendo a um sistema baseado no controlo e uso da respiração para criar diferentes formas de fisicalidade.
Mimo e pantomima ­– introdução.
Luta para cena – violência simulada com punhos, pés e utensílios de cozinha.
Acção e narrativa – a construção do teatro.
Os participantes são convidados a trazer histórias que de algum modo se relacionem com as suas vivências e local. Podem-se referir a episódios históricos, contos tradicionais ou acontecimentos contemporâneos.
Formadores: Ana Brum, Peter Cann e Ricardo Ávila
Inscrição: 20 €
Condicionado a um máximo de 20 participantes maiores de 16 anos
Não há Terra à Vista | oficina de Navegação Astronómica
Auditório do Museu de Angra do Heroísmo, 22 de julho, 14h00
Iniciação à navegação astronómica e ao uso do sextante.
Monitor: Heliodoro Silva
Frequência gratuita, mas limitada a 8 adultos
Inscrições através do mail museu.angra.agenda@azores.gov.pt ou do telefone 295 240 800.

Demonstração de Tiro ao Arco
Núcleo de Historia Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, 15 de julho, 15h00
Participação do Clube Desportivo de Tiro da Ilha Terceira.

Donzela que vai à Guerra e outros rimanços
4 de julho
Leitura de rimanços tradicionais
Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro 14h00/15h30
- Breve introdução ao romanceiro de Almeida Garrett.
- Aplicação de diferentes dinâmicas de exploração dos textos, recorrendo a jogos de leitura e escuta e visionamento de filmes.
Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima 16h00/17h00
Visita comentada à exposição “Os Homens, As Armas e a Guerra”, explicitando a função e formação de um cavaleiro, bem como as técnicas e armas usadas em combate na Idade Média.

5, 6, 7 de julho
Oficina de teatro e sombras
Serviço Educativo do Museu de Angra do Heroísmo
14h00/17h00

- Explicação do conceito e técnicas usadas no teatro de sombras, apresentação do projecto de trabalho, preparação dos cenários, das personagens e dos adereços.
- Manipulação das personagens e cenários/distribuição dos papéis. Ensaio das personagens/apresentação do trabalho final.
Formadora: Sílvia Fagundes.
Público-alvo: 15 crianças com idades compreendidas entre os 7 e os 15 anos.
Participação gratuita, mas dependente de inscrição prévia através do mail museu.agenda@azores.gov.pt ou do telefone 295 240 800.
Fazer Pose
Serviço Educativo do MAH, 27 de maio, 14h00/17h00
Tirar uma fotografia é hoje um ato comum e quase compulsivo, através do qual registamos ações do quotidiano e eternizamos os rostos daqueles que nos cativam. Porém, houve tempos em que um retrato dependia não só da capacidade artística e do trabalho moroso de um pintor, mas também da notabilidade social e da paciência do modelo. Vamos olhar para algumas das obras patentes na exposição Do Mar e da Terra | uma história no Atlântico para percebermos como se fazia um retrato e como as cores, as linhas, a posição e os objetos que acompanham cada um dos retratados nos revelam a sua personalidade e nos falam da época em que viveu. Finalmente, em ateliê, vamos aprender a preparar têmpera, tal como faziam os antigos mestres e retratar-nos com aparato.
Público-alvo: 16 crianças a partir dos 5 anos
Participação dependente de inscrição prévia, através do telefone 295 240 800 ou do e-mail museu.angra.agenda@azores.gov.pt
Custo: 5 € a reverter a favor da organização Make a Wish
 
Em Guarda | oficina de iniciação ao Jogo do Pau
Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, 13 e 14 de maio, 14h00/16h00
Monitor: Dinis Bettencourt, Clube do Jogo do Pau da Ilha Terceira
Inscrição limitada a 10 participantes com idade superior
a 12 anos
Participação dependente de inscrição prévia, através do tele­fone 295 240 800 ou do e-mail museu.angra.agenda@azores.gov.pt
Custo: 10 € pagos ao formador, (totalidade das duas sessões)
Filosofar, Investigar e Dialogar no Museu de Angra do Heroísmo
Oficina de promoção de competências cognitivas, afetivas e comportamentais.
Serviço Educativo do MAH, 6 e 22 de maio, 11h00
As sessões de Filosofia para Crianças colocam nas crianças, o poder de decidirem as questões e os temas a serem discutidos, a partir do estímulo apresentado pela facilitadora. As próximas sessões colocarão à consideração das crianças o PENSAR sobre o Amor e a Felicidade.
Público-alvo: crianças entre os 7 e os 11 anos
Formadora: Ana Lúcia Ribeiro
A participação na Oficina implica o pagamento à formadora de 5 € por criança correspondente à totalidade das duas sessões.
Quatro Estações | oficina de gravura
Serviço Educativo do MAH, 6 de maio, 14h00/17h00
O trabalho da terra, os ciclos lunares e a passagem das estações dão o mote a este ateliê de gravura orientado por Luís Brum, no âmbito do programa de dinamização da exposição Almanaque do Camponez | 100 anos.
Monitor: Luís Brum
Frequência gratuita, mas limitada a 8 participantes maiores de 15 anos
Inscrição através do e-mail museu.angra.agenda@azores.gov.pt ou do telefone 295 240 800
Dá cá aquela palha
Oficina de empalhamento
Serviço Educativo 30 de abr. 14h00/17h30
Nesta oficina orientada por uma artesã experiente,
faz-se a iniciação à técnica do empalhamento, dão-se
a conhecer alguns móveis da coleção do Museu de Angra do Heroísmo com assentos de palhinha e, em conjunto com Baltazar Pinheiro, estudam-se outras possibilidades de aplicação desta técnica.
Monitora: Manuela Medeiros
Frequência gratuita, mas limitada a 10 participantes,
a partir dos 15 anos de idade.
Inscrição através do telefone 295 240 800
ou do e-mail museu.angra.agenda@azores.gov.pt.
Paisagens Pessoais | ateliê de Azulejaria
Serviço Educativo, 11 de mar., 14h00/17h30
Neste ateliê de azulejaria, exploram-se as potencialidades do método da corda seca para, inspirados na obra de José Nuno da Câmara Pereira, criar paisagens pessoais, entre o mito e a memória.
Monitora: Maria Aurélia Rocha
Frequência limitada a 12 jovens e adultos
Participação gratuita, mas dependente de inscrição prévia através do e-mail museu.angra.agenda@azores.gov.pt ou do telefone 295 240 800.
Filosofar, Investigar e Dialogar no Museu de Angra do Heroísmo | Oficina de promoção de competências cognitivas, afetivas e comportamentais
Serviço Educativo, 1 e 22 de abril, 11h00
As sessões de Filosofia para crianças colocam nas crianças, o poder de decidirem as questões e os temas a serem discutidos, a partir do estímulo apresentado pela facilitadora. Nas próximas sessões, convidam-se as crianças a PENSAR sobre “Petas e Mentiras” e sobre “O que é a Liberdade?”.
Público-alvo: crianças entre os 7 e os 11 anos
Formadora: Ana Lúcia Ribeiro
A participação na oficina implica o pagamento à formadora de 5 € mensais por criança correspondente à totalidade das duas sessões
O mais silencioso dos tecelões
A história da seda
Serviço Educativo 1 de abr. 14h00/17h00
Neste ateliê, vamos contar a história milenar da mais requintada de todas as fibras, apreciada pela sua suavidade, brilho e resistência, e ficar a conhecer o ciclo de vida do silencioso e incansável tecelão que a produz, o bicho-da-seda. Depois, e como é primavera, vamos fazer flores de seda para nos enfeitar ou marcar os nossos livros.
Público-alvo: 12 crianças a partir dos 6 anos
Frequência gratuita, mas dependente de inscrição prévia através do telefone 295 240 800 ou do e-mail museu.angra.agenda@azores.gov.pt
Cadeirinhas, Pó de Arroz e Moscas de Veludo
Serviço Educativo, 18 de fev, 14h00/17h00
Vamos viajar até ao século XVIII, para perceber como se vestiam, maquilhavam e conviviam as damas e cavalheiros, que se faziam transportar em cadeirinhas, liteiras, seges e traquitanas, como as que integram a Coleção de Transportes do MAH. Depois vamos construir uma cadeirinha para, convenientemente maquilhados e adornados, fazermos um retrato à maneira setecentista.
Público-alvo: crianças entre os 7 e os 12 anos
Participação gratuita, mas dependente de inscrição prévia através do telefone 295 240 800 ou do mail museu.angra.agenda@azores.gov.pt
Dinosábio
Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, 11 de fev, 14h00/15h30
Nesta visita orientada, convidam-se os meninos a dizer o que sabem dos dinossáurios e, partindo de uma observação atenta da réplicas de fósseis expostas, faz-se um levantamento de algumas das caraterísticas e hábitos destes terríveis lagartos. Depois, cada um dos participantes construirá o seu próprio livro em que poderá registar as informações recolhidas sobre os seus espécimes preferidos.
Público-alvo: 12 crianças entre os 5 e os 12 anos
Participação gratuita, mas dependente de inscrição prévia através do telefone 295 240 800 ou do mail museu.angra.agenda@azores.gov.pt
Filosofar, investigar e Dialogar no MAH | Oficina de Filosofia para Crianças
Serviço Educativo, 4 e 18 de fev., 11h00/11 h45
Oficina de promoção de competências cognitivas, afectivas e comportamentais, no que respeita nomeadamente ao desenvolvimento dos pensamentos crítico, criativo e valorativo.
O pensar terá como ponto de partida a da novela filosófica Hospital das Bonecas de Ann Sharpe Laurance Splitter (colaboradores de Matthew Lipman).
Público-alvo: crianças entre os 7 e os 10 anos
Formadora: Ana Lucia Ribeiro
A participação na Oficina implica o pagamento a formadora de 5€ mensais por criança correspondente a totalidade das 2 sessões.
   
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