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Instrumentos de Trabalho ou de Cultura
Sala do Capítulo, 1 de novembro a 25 de fevereiro
A exposição Instrumentos de Trabalho ou de Cultura revisita a coleção etnográfica do Museu de Angra do Heroísmo com o objetivo de levar o visitante a reavaliar objectos utilitários que integraram e, nalguns casos, ainda integram o quotidiano local e a reconhecer o seu inestimável valor não só enquanto expressão material de uma memória cultural comum, mas também enquanto potenciadores de reflexão sobre questões atuais relacionadas com o trabalho e a cultura. Muitos dos artefactos expostos deixaram há muito de exercer as suas primitivas funções, tendo regressado ao quotidiano e aos espaços da contemporaneidade ao serem recuperados como testemunhos, ornamentos e ícones capazes de alimentar a nostalgia de mundos desaparecidos. Suporte de vidas individuais e coletivas, componente estruturante de sistemas de saberes, de práticas e de organismos sociais, estas peças, nos espaços museológicos, onde foram incorporadas pelo seu valor material e simbólico de herança cultural, assumem o papel de veículos de transmissão de conhecimentos, capazes de suscitar debate sobre questões que afetam o dia-a-dia e que importam ainda debater. A mostra está organizada em cinco núcleos temáticos: Instrumentos de Preparação do Solo, Instrumentos de Ferreiro, Instrumentos de Trabalho de Madeira, Objetos Domésticos de Barro e Instrumentos de Fiação, tendo como subnúcleos Ferros de Marcação de Gado e Cangas de Luxo.
   
RE_ACT | Contemporary Art Laboratory
Sala Dacosta, 30 de setembro a janeiro
Antonio Bokel, Gabriela Maciel, Gioia Giramolo, Mauricio Vicerè, Ivan Divanto, Paulo Arraiano, Patric Sandri e Paulo Ávila Sousa
Curadoria – Tal Projectos e No.Stereo
Esta exposição apresenta obras realizadas por 8 artistas contemporâneos de diferentes nacionalidades, que entre 19 de setembro e 2 de outubro, residirão na ilha Terceira, trabalhando em regime de laboratório num território que, pelas características inerentes à sua localização em pleno Atlântico, se distancia do cenário social contemporâneo da cidade global, cuja intrincada rede de significados emergentes a tradição pictórica de paisagens parece incapaz de capturar, e que, como tal, se espera seja potenciador do estabelecimento de co-relações entre diferentes camadas de realidade e pós-realidade.
   
O Primeiro Laboratório
Mostra de equipamentos de laboratório do início do século XX pertencentes ao médico Henrique Henriques Flores
8 de julho a outubro, IV Momento da exposição Do Mar e da Terra... uma história no Atlântico
Em 2016, o Museu de Angra do Heroísmo recebeu a doação de um interessantíssimo acervo, proveniente do que se pode considerar, tanto quanto se sabe, o mais antigo laboratório de análises clínicas dos Açores, entre instrumentos, aparelhos, equipamentos, móveis, livros e documentação diversa, pertencentes ao Doutor Henrique Henriques Flores (1907-1985).
A enorme relevância da doação, além da singularidade, prende-se com a data em que tudo isso começou: 1933. Poucos anos tinham passado desde 1928, quando Fleming descobriu o primeiro antibiótico natural, a penicilina. O conjunto, agora conservado no Museu, permitiu a organização de uma reserva visitável ao modo de um laboratório de análises clínicas, típico da época de Alexander Fleming, e com inúmeras curiosidades de funcionamento que bem demonstram o esforço e pioneirismo da geração a que pertence.
   
Message in a Bottle
Sala do Capítulo, 30 de setembro a 15 de outubro
Silvia Amancei & Bogdan Armanu, Razvan Anton, Belu-Simion Fainaru, Vera Mota, Ciprian Muresan & Gianina Carbunariu, Larisa Sitar e Diana Vidrascu
Curadoria – Diana Marincu
Enviar uma mensagem numa garrafa decorre da necessidade de estabelecer contato com um mundo externo, numa situação em que a coincidência e o acaso desempenham um papel crucial na fórmula de comunicação.
Message in a Bottle é construída como uma cápsula do tempo, reunindo uma série de questões sobre os tempos atuais e refletindo sobre os processos de aceitação e receção da mensagem artística. Destruindo os limites entre o fictício e o real, esta exposição assenta no conceito de que o sentimento de pertença se associa mais frequentemente a um estado de espírito do que a uma área geográfica e de que a distância funciona como um pólo agregador de sonhos em que através da fantasia se povoa o desconhecido. Os artistas convidados articulam a sua própria visão sobre um relacionamento fictício com um futuro recetor desconhecido das suas mensagens, visando transgredir os limites físicos e temporais de uma exposição específica. As camadas de interpretação seguem as pistas das obras de arte expostas, partindo de um projeto fotográfico documental fictício sobre as relações Este e Oeste, para um diálogo imaginário com personagens mitológicos e representações históricas de um lugar paradisíaco, onde qualquer coisa é possível e o tempo se torna elástico.
   
Almanaque do Camponez
Sala do Capítulo, 1 de maio a 3 de setembro
   
Conexão: Raminho - Gävsta | escultura de Baltasar Pinheiro
Sala Dacosta, 21 de abril a setembro
A pedra vulcânica e a madeira complementam-se nestes trabalhos, materializando o encontro improvável entre dois lugares situados em diâmetros opostos da Europa Ocidental: Raminho, a freguesia da ilha Terceira onde nasceu o escultor, e Gävsta, localidade sueca, onde reside há dez anos.
   
Abano Léquio | Refresco, acessório, linguagem e arma
Reserva de Transportes de Tração Animal dos Séculos XVIII e XIX, 4 de mar. a jun.
O leque é um instrumento utilitário para refrescar o ar e um adereço, originário do Extremo Oriente, mais precisamente da China, (século VII) e, posteriormente, do Japão, de onde foi trazido pelos portugueses, em meados do século XVI. Introduzido por intermédio de Catarina de Médicis, na corte francesa, o seu uso disseminou-se progressivamente por toda a Europa, tornando-se símbolo de poder, elegância e erotismo. Nesta mostra, expõem-se três exemplares de leques que integram o acervo do MAH.
   
José Nuno da Camara Pereira I um Sisifo Feliz
Sala do Capítulo e Sala Dacosta, 10 de fev. a 16 de abr.
José Nuno da Câmara Pereira – Um Sísifo Feliz é uma exposição retrospetiva, com curadoria do crítico de arte José Luís Porfírio, que a Direção Regional da Cultura apresentou pela primeira vez em 2016 no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, em S. Miguel.
Conforme explica o curador, os dois espaços ocupados no Museu de Angra do Heroísmo são a Sala do Capítulo e a Sala Dacosta, nenhum deles abrigando objetos que sejam genuínas pinturas de cavalete, mas sim caixas, contentores, relevos (na Sala do Capítulo) e vídeos documentando e recriando obras desaparecidas (na Sala Dacosta). Esta escolha é intencional, marcando a contínua vontade de ultrapassar – por dentro – a pintura que acompanha o trabalho de José Nuno, desde os finais da década de 1970 até aos nossos dias e que é a parte mais pessoal e intensa da sua obra.
   
Os Dias do Cinema | Memória Projetada
IV Momento da exposição Do Mar e da Terra… uma história no Atlântico, 12 de nov. de 2016 a fev. de 2017
Museu Adentro é um projecto do Museu de Angra do Heroísmo que consubstancia a sua missão de divulgar e potenciar as coleções e áreas temáticas representadas no seu acervo. Pretende simultaneamente fidelizar público e chamar a si a comunidade em que a instituição se insere, facultando-lhe (in)formação de natureza e interesse, no âmbito da história, da arte, da religião e também da ciência e da técnica.
Assim, a exposição “Do Mar e da Terra… uma história no Atlântico” é periodicamente enriquecida com mostras de peças associadas aos seus diferentes núcleos expositivos, oriundas quer das reservas do MAH, quer facultadas para esse fim por entidades externas.
As máquinas de projetar constituem o principal equipamento das instituições que proporcionam a sétima arte aos cidadãos. Na 6.ª edição do Museu Adentro, destaca-se uma máquina de projetar Philips fp 6 35 mm, pertença da Sociedade Filarmónica Recreio dos Artistas, cujas sessões de cinema familiar marcaram a vivência dos angrenses no século passado.
   
  Centro de Ciência de Angra do Heroísmo
Dinossáurios no Centro de Ciência
Centro de Ciência de Angra do Heroísmo | Observatório do Ambiente dos Açores
Terça a sexta das 9h às 18h, segunda e sábado das 9h às 16h. Patente até 28 de dezembro
Os dinossáurios são seres cativantes profundamente enraizadas no nosso imaginário coletivo. Motivaram lendas e mitos, originaram heróis de B. D., inspiraram versões de criaturas monstruosas e alienígenas e protagonizaram inúmeros filmes de aventuras. Réplicas de fósseis de várias espécies de dinossáurios, pertença do MAH, irão visitar o Centro de Ciência de Angra do Heroísmo, funcionando como embaixadores do Museu de Angra do Heroísmo e dando a conhecer conceitos básicos de paleontologia.
   
  Biblioteca Publica e Arquivo Regional Luis da Silva Ribeiro
Dinossáurios na Biblioteca
11 de jan. a jun.
Os dinossáurios são seres cativantes profundamente enraizadas no nosso imaginário coletivo. Motivaram lendas e mitos, originaram heróis de B. D., inspiraram versões de criaturas monstruosas e alienígenas e protagonizaram inúmeros filmes de aventuras. Estas replicas, pertença do Museu de Angra do Heroísmo, irão visitar a Biblioteca e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, funcionando como embaixadores do Museu de Angra do Heroísmo e dando a conhecer conceitos básicos de paleontologia.
   
  Fórum Terceira
Barcos com História
Fórum Terceira, 4 de julho a 20 de Agosto. Inauguração a 4 de julho, 10h00
Conjunto de modelos de barcos de dimensões variáveis, em madeira ou em materiais sintéticos, que evocam histórias de glória, coragem e aventura que tiveram como protagonistas navegadores e militares, pescadores e marinheiros.
   
   
  Bibiblioteca Municipal de Olhão
Oásis | Wildlife Photography by Nuno Sá
4 a 25 de fev.
Oásis by Nuno Sá | Wildlife Photography é composta por 24 fotografias subaquáticas em grande formato, que dão a conhecer o esplendor, a bizarria e a beleza das múltiplas criaturas que habitam a imensidão do mar açoriano e fazem dele um inusitado oásis, que poucos têm a oportunidade de vislumbrar.
Patente na Sala do Capítulo do MAH e no Fórum Terceira, de junho a outubro de 2014, esta exposição foi depositada no Museu de Angra do Heroísmo, que assegurou a sua apresentação no Museu da Baleação de New Bedford, reafirmando a ligação entre duas comunidades protagonistas da história baleeira, já que foram muitos os açorianos a integrar as tripulações dos navios/fábrica norte-
americanos, que demandaram os Açores nos séculos XVIII e XIX.
   
2007 © Museu de Angra do Heroísmo. Todos os direitos reservados. Última actualização a 2018-05-15