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Exposições 2016

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Residência Criativa – 2015
Auditório do MAH 9 de dez. de 2015 a 9 de jan. de 2017
O Centro Regional de Apoio o Artesanato, em colaboração com o Departamento das Ciências Têxteis da Universidade do Minho, Nuno Leal e artesãos das ilhas Terceira e Graciosa, empenharam-se na realização da Residência Criativa – 2015, cujos resultados se presentam nesta mostra, de forma a darem novos usos ao bordado tradicional daquelas ilhas e a assegurarem a sustentabilidade das Indústrias e Associações existentes naquela área.
Catálogo

Os Dias do Cinema | Memória Projetada
IV Momento da exposição Do Mar e da Terra… uma história no Atlântico, 12 de nov. de 2016 a fev. de 2017
Museu Adentro é um projecto do Museu de Angra do Heroísmo que consubstancia a sua missão de divulgar e potenciar as coleções e áreas temáticas representadas no seu acervo. Pretende simultaneamente fidelizar público e chamar a si a comunidade em que a instituição se insere, facultando-lhe (in)formação no âmbito da história, da arte, do pensamento e também da ciência
e da tecnologia.
Assim, a exposição Do Mar e da Terra… uma história no Atlântico é periodicamente enriquecida com mostras de peças associadas aos seus diferentes núcleos expositivos, oriundas quer das reservas do MAH, quer facultadas para esse fim por entidades externas.
Na 6.ª edição do Museu Adentro, destaca-se uma máquina de projetar Philips fp 6 35 mm, pertença da Sociedade Filarmónica Recreio dos Artistas.
As suas características e funcionamento serão explicitadas pelo cinéfilo Rogério Sousa, no contexto da abertura da mostra, numa comunicação em que abordará também as sessões de cinema familiar, na Recreio dos Artistas, que marcaram a vivência dos angrenses no século passado.
Máscaras Tradicionais Africanas
Sala Dacosta, 22 de outubro de 2016 a 29 de janeiro de 2017
Oferecidas ou adquiridas troca por troca em rituais de casamento, funerais, Carnaval ou emancipação de jovens, mas nenhuma comprada, as máscaras africanas apresentadas nesta mostra integram a coleção privada de Pedro Lima, que aproveitou a sua experiência profissional, enquanto treinador de futebol, para reunir peças que ilustram o seu contato com inúmeras comunidades em diferentes países africanos como Burkina Faso, Mali, Benim, Níger, Gana, Costa do Marfim, Ruanda, Congo, Etiópia, Namíbia, Quénia, Tanzânia, Madagáscar, Togo, Gabão, Guiné Equatorial, África do Sul, Zâmbia, Suazilândia, Malawi, Lesoto, Senegal e Gâmbia.
Catálogo
   
Depósito de Concentrados Alemães na Ilha Terceira
Sala do Capítulo, 29 de outubro de 2016 a 29 de janeiro de 2017
A memória colectiva optou por os esquecer… contudo, constituíram a face visível da I Grande Guerra na ilha Terceira e foram mais de meio milhar os prisioneiros de guerra civis alemães concentrados no Depósito de Concentrados de Angra do Heroísmo, na sequência da declaração de guerra a Portugal, pela Alemanha, a 9 de março de 1916. Esta exposição devolve-lhes o rosto, abordando as suas condições de vida sob o regime de aprisionamento, a logística inerente à sua permanência na ilha e os impactos da sua estada nos locais.
Catálogo
Artes de Guerra sem Mar
III Momento da exposição Do Mar e da Terra... uma história no Atlântico, 9 de julho a novembro
A Academia Militar da Ilha Terceira foi uma instituição de ensino superior que funcionou em Angra, entre 1810 e 1828.
Era de frequência obrigatória para os oficiais do Batalhão de Artilharia, bem como para os outros oficiais dos Batalhões de Linha das ilhas. Também podia ser frequentada por alunos “paizanos”, que seriam preferidos para cargos públicos.
As boas intenções que presidiram à sua criação não foram, no entanto, frutuosas como deviam. Do curso ministrado (matemática, fortificação, balística e artilharia), o MAH guarda uma colecção de sete desenhos aguarelados, perfeitamente demonstrativos do ensino veiculado e da sua parcial inadequação ao ambiente insular, mesmo que do ponto de vista puramente militar, já que quase tudo é tratado nas aulas excepto as operações de desembarque ou resistência a ele, exactamente o que de mais relevante aconteceu nas ilhas, se recordarmos a Salga (1581) as Mós (1583) e a Praia (1829).
   
Lugar Fictício | Terra Prometida
PINTURA DE EDUARDO CARQUEIJEIRO
Sala Dacosta, 17 de jun. a 16 de out.
Um lugar fictício é, segundo Eduardo Carqueijeiro, autor da exposição, “um local onde tudo é relativo, até mesmo o facto de a realidade poder ser verdadeira ou ser uma realidade fictícia…” O pintor quis retratar o que nos rodeia hoje em dia e que nos transporta para situações e modelos pré-existentes e pré-definidos. Um mundo repleto de informação e desinformação, de ilusão e realidade, de ficção e de verdade”.
   
Lisboa/Pequim/Lisboa | Fotografia de Pepe Brix
Sala do Capítulo, 17 de jun. a 16 de out.
Reportagem fotográfica da expedição de três motards portugueses de Lisboa à China, passando por 19 países, numa viagem que ligou a costa atlântica portuguesa à costa pacífica chinesa.
   
Museu da Baleação de New Bedford
Oásis by Nuno Sá | Wildlife Photography

Museu da Baleação de New Bedford, 7 de janeiro a setembro
Oásis by Nuno Sá | Wildlife Photography é composta por 24 fotografias subaquáticas em grande formato, que dão a conhecer o esplendor, a bizarria e a beleza das múltiplas criaturas que habitam a imensidão do mar açoriano e fazem dele um inusitado oásis, que poucos têm a oportunidade de vislumbrar.
Patente na Sala do Capítulo do MAH e no Fórum Terceira, de junho a outubro de 2014, esta exposição foi depositada no Museu de Angra do Heroísmo, que assegurou a sua apresentação no Museu da Baleação de New Bedford, reafirmando a ligação entre duas comunidades protagonistas da história baleeira, já que foram muitos os açorianos a integrar as tripulações dos navios/fábrica norte-americanos, que demandaram os Açores nos séculos XVIII e XIX.

Entrevista com Christina Connett do New Bedford Whaling Museum, Dr. Pedro Carneiro, cônsul de Portugal em New Bedford, o fotografo Nuno de Sá e o Dr. Jorge Bruno, Director do Museu de Angra do Heroísmo.

   
Da Materialidade do Papel | Pintura de Manuel Martins
Sala Dacosta, 13 de fevereiro a 12 de junho
“Da Materialidade do Papel” reúne um conjunto de obras de Manuel Martins em que se exploram as diferentes potencialidades do suporte papel, num exercício lúdico de criatividade e técnica, através do qual estabelece, no dizer de Maria Assunção Melo, um discurso identificador próprio, uma caligrafia distinta.
   
Mecânica(s) do Tempo | Exposição de Relógios
Sala do Capítulo, 20 de fevereiro a 5 de junho
Medir o tempo é preocupação aparentemente exclusiva do ser humano. De facto, o ritmo biológico rege-se por um compasso diferente. Perceber essa sequência de momentos e adaptá-la ao viver da humanidade foi trabalho e esforço de milénios, baseado, sobretudo, na luz do sol ou no escorrer da água ou da areia.
Gnómon, clepsidra e ampulheta completavam-se bem, superando a falta de sol descoberto, o tempo enevoado e o escuro da noite. O certo, porém, é que todos estes métodos, embora marcando ritmos e assinalando compassos, dependem da natureza, dos astros e do próprio ser humano.
A independência e autonomia dos métodos de contar e marcar o tempo surgiram com a conjugação de três elementos: a invenção do peso, do escape e pêndulo e o aperfeiçoamento das engrenagens de rodas dentadas. O peso, na extremidade de uma corrente ou fio e ligado a uma roldana, fornecia energia, o escape garantia que essa energia tinha uma cadência igual por bastante tempo, longa fosse a corrente.
Esse é o momento marcante em que a mecânica liberta a medição do tempo e, conjuntamente com a revolução industrial, ambas se vão encarregar de estender uma fina teia dominadora sobre todas as ações do ser humano que, a partir de então, deixou de se regular para ser regulado.
Esta exposição de relógios da coleção do Museu de Angra do Heroísmo explora essas mecânicas reguladoras do tempo.
   
O Regresso dos Dinossáurios
Auditório do MAH, 27 de abril a 11 de maio
O Museu de Angra volta a exibir a sua coleção de réplicas de fósseis de dinossáurios numa exposição especialmente dedicada ao público infantil, pelo que a mostra é complementada por uma visita orientada e várias atividades em que, de uma forma prática e divertida, se aplicam alguns conceitos básicos de paleontologia e se dão a conhecer alguns dos hábitos e características destes terríveis e fascinantes lagartos.
   
Memórias da Ilha Graciosa | Exposição de Fotografia
Auditório do MAH, 19 de fevereiro a 6 de março
A exposição Memórias da Ilha Graciosa integra um conjunto de fotografias das quatro freguesias da Ilha Branca, a maioria delas inéditas e muito pouco conhecidas do público, que recordam obras emblemáticas e lembram personalidades de destacada reputação nacional. Pretendem ainda resgatar para as novas gerações valores, saberes, costumes e outros acontecimentos da memória colectiva local, num conjunto que consubstancia o carácter, a sabedoria de vida e a história do povo graciosense.
   
2007 © Museu de Angra do Heroísmo. Todos os direitos reservados. Última actualização a 2017-05-10