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Mundo Pequenino | A infância entre 1890 e 1950
Sala do Capítulo, 3 de outubro a 31 de janeiro
Patente até 31 de janeiro, na Sala Dacosta, esta exposição parte de uma mostra de peças de vestuário, móveis e brinquedos, pertencentes às coleções do Museu de Angra do Heroísmo ou temporariamente cedidas por particulares e instituições, para dar a conhecer as profundas alterações introduzidas no conceito de infância, nas sociedades ocidentais, durante as primeiras décadas do século XX, e que se consubstanciam na Declaração dos Direitos das Crianças, de 1959.
Através da articulação de três núcleos expositivos, "Nascer e sobreviver", "Crescer" e "E o fim da infância", explicita-se o processo de instauração do paradigma de infância característico da modernidade, apontando as melhorias implementadas ao nível da alimentação, cuidados de higiene, saúde, conforto, atividades lúdicas e educação infantis e dando conta do reflexo de tais alterações ao nível local.
   
Visões | O interior do olho humano
Sala Dacosta, 19 de setembro a 31 de janeiro e Fórum Terceira, 18 de setembro a 25 de outubro
O Museu de Angra do Heroísmo, numa parceria com o Centro Cirúrgico de Coimbra, apresenta nesta rentrée a exposição Visões | o interior do olho humano. A mesma reúne um leque de fotografias captadas pela equipa daquele Centro, que aliam Arte e Ciência, constituindo um instrumento de comunicação inovador. São histórias de sucesso da medicina e oftalmologia portuguesa contadas num encontro de olhares, testemunhado pela luz. Nestas imagens, os olhos falam da vida que existe no seu interior escondido, dando conta do ADN que herdaram ou das lesões que tiveram de enfrentar.
Na Sala Dacosta, a mostra fotográfica será complementada por um conjunto de óculos que integram o espólio do Museu de Angra do Heroísmo. No Fórum Terceira, estará também exposto um modelo em 3D de um olho humano.
   
António Dacosta 1914-2014
Sala do Capítulo, Sala Dacosta, 18 de junho e 13 de setembro
Numa organização do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, em colaboração com a Secretaria Regional da Educação e Cultura/Direção Regional da Cultura e o Museu de Angra do Heroísmo, esta exposição, de que é curador o crítico de arte José Luís Porfírio, retoma a mostra do centenário organizada pelo CAM em Lisboa, apresentando dois aspetos fundamentais do trabalho de António Dacosta: a Calma e a Inquietação.
Nas palavras do comissário, «a "Calma", na Sala do Capítulo, é um espaço contemplativo, presença e memória do Sul e da Ilha relembrada, quer em Lisboa, quer em Paris, um Sul solar marítimo de mulheres, sereias e bichos vários, da água das fontes, do fogo sobre o mar, onde a mancha se transforma em paisagem e a memória é a presença de um monumento terceirense; a "Inquietação", Sala Dacosta, é a Antítese da Calma (1940) que prefigura uma arte de grave interrogação sobre o desconcerto do mundo, onde a Festa (1942) é sinal de sacrifício sangrento em louvor de e onde o artista, no início da década de 40 e no fim de 80, coloca as grandes interrogações existenciais da vida, investigando sempre, com um olhar lúcido e sobre a sua própria morte».
   
Em Concreto | Pintura de Rui Melo
Sala Dacosta, 21 de fev a 6 de jun
No dizer de Carlos Bessa, “Rui Melo evidencia habilidade para contrabalançar o estático e o dinâmico, através de uma gramática pessoal que particulariza paisagens e pontos de vistas, envolvendo-os numa iluminação encenada que conduz o olhar de quem as vê até às bordas do abismo ou daquilo que fica, qual trecho emotivo, a percutir dentro do espectador. E o gravitar dessas incertas pegadas e dessas inquietações amplifica-se nas obras onde o branco se multiplica e expande, como se almejasse uma espécie de absoluto.”

Mistérios de Tinta | Pintura de Carolina Rocha
Sala Dacosta, 21 de fev a 6 de jun
As obras de Carolina surgem como resultado de experimentações plásticas que trazem, por vezes, resultados inesperados, em sintonia com acontecimentos não controlados pela artista, como o eclodir da lava de um vulcão. A imprevisibilidade do processo plástico coincide com a iminência desse fenómeno natural a que as ilhas dos Açores estão sujeitas.
   
Arte pela Vida
2ª Mostra Coletiva de Arte
Auditório do MAH, 10 a 16 de março
Obras de Carlota Monjardino, Carolina Rocha, Dimas Simas Lopes, Luís Brum, Paulo Ávila, Phillipa Cardoso, Renato Costa e Silva
e Rui Melo.
Mostra coletiva de arte, para venda e leilão promovidos pelo Rotary Club de Angra do Heroísmo, a favor da compra de modelos de simulação de cuidados de enfermagem para a Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo, com o apoio de artistas terceirenses.
   
2007 © Museu de Angra do Heroísmo. Todos os direitos reservados. Última actualização a 2016-02-01