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A Festa do JAZZ: 15 anos de Angrajazz, fotografia de Jorge Monjardino
Sala Dacosta, 4 de out a 12 jan
O ANGRAJAZZ volta ao Museu através desta exposição do fotógrafo terceirense Jorge Monjardino, que apresenta uma seleção de fotografias dos muitos músicos que têm tocado ao longo das várias edições deste festival. São fragmentos que fazem parte da história do Angrajazz, que nos impressionam pela sua beleza, emotividade e qualidade artística.
   
Art Re.visited
Sala Dacosta, 22 de junho a 29 setembro
Inauguração a 22 de junho, 17h30, com performance F Project, de Ángela Castillo Rojas
Nesta exposição coletiva, apresentam-se trabalhos de um grupo de artistas da residência Re.function – the eco sustainable art residence – que abordam categorias dicotómicas de caráter sócio-antropológico, do tipo bom/mau, urbe/natura, indígena/industrial, espaço sagrado/espaço amorfo, aparentemente antagónicas, mas que se encontram e se fundem neste espaço expositivo, tornando-se assim binómios amorais para um novo grau de consciência.
   
Histórias que vêm do Mar
Sala do Capítulo, 8 de junho a 29 de setembro
Inauguração a 8 de junho, 15h00.
Ciência no Bar: conferência pelo arqueólogo José Bettencourt, “Histórias que vêm do Mar: uma viagem pelo património cultural subaquático açoriano”

“Histórias que Vêm do Mar” apresenta objetos emblemáticos recolhidos nos mares dos Açores, em resultado de uma ação conjunta do Observatório do Mar dos Açores (OMA), do Centro de História de Além-Mar (CHAM), do Museu da Horta (MH), da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada ( BPARPD) e do Museu de Angra do Heroísmo (MAH).

Inicialmente apresentada na cidade da Horta, no âmbito do estudo dos vestígios arqueológicos subaquáticos recuperados durante os trabalhos arqueológicos de minimização do projeto de requalificação e reordenamento da frente marítima daquela cidade, esta exposição tem sido alargada com painéis e peças associadas a outras realidades do arquipélago, reunindo um acervo variado de que se destacam enormes presas de elefante, âncoras, ânforas e outros objetos do quotidiano de bordo. A mesma pretende deixar marcadas as diferenças entre a arqueologia subaquática e a caça ao tesouro, destacando e enquadrando as metodologias usadas pela investigação científica.
   
Manuel Machado Ávila. Vida e Obra
Sala de Destaques, 20 de junho a 29 de setembro
Inauguração a 20 de junho, 20h00. Visita orientada à exposição
Manuel Machado Ávila é homenageado pelo Museu de Angra do Heroísmo com uma exposição em que se tenta resumir uma vida de dedicação de talentos naturais aos outros. Nascido na freguesia das Doze Ribeiras a 10 de maio de 1916, muito jovem ainda, este terceirense revela uma extraordinária habilidade para o desenho e uma imensa paixão pelas artes. O trabalho da terra não era a sua vocação nem o destino que desejaria. Ajudar o professor primário permite-lhe prolongar o tempo da escola e é este quem, em 1933, o leva a ingressar na Escola Industrial e Comercial de Angra do Heroísmo, iniciando uma carreira de técnico de obras que o conduzirá à ilha Graciosa, onde constitui família, vive o resto da vida e deixa obra pensada, desenhada e construída até falecer, em 2001.
   
Dinossáurios na Fábrica
Fábrica a Baleia do Porto Pim, Horta, Faial
4 de ago. a 22 de set. Todos os dias, 10h00 /18h00
Os dinossáurios são seres cativantes profundamente enraizadas no nosso imaginário coletivo. Motivaram lendas e mitos, originaram heróis de B. D., inspiraram versões de criaturas monstruosas e alienígenas e protagonizaram inúmeros filmes de aventuras. A Fábrica da Baleia do Porto Pim, ao abrigo de uma parceria com o Observatório do Mar dos Açores (OMA), acolhe uns quantos exemplares destes terríveis lagartos pertença do Museu de Angra do Heroísmo, de 4 de agosto a 22 de setembro. A mostra é complementada por visitas orientadas e várias atividades em que, de uma forma prática e divertida, se aplicam alguns conceitos básicos de paleontologia, para identificar e reconhecer fósseis de diferentes dinossáurios.
Parcerias: OMA e Grupo Susiarte, Expert
   
Dinossáurios no Fórum Terceira
Exposição de réplicas de fósseis de dinossáurios pertencentes ao acervo do MAH realizada em parceria com o grupo Susiarte
Fórum Terceira, Praia da Vitória, 4 de maio a 8 de junho
Os Dinossáurios são seres monstruosos e cativantes que assombram o nosso imaginário coletivo. Motivaram lendas e mitos, originaram heróis de B.D., inspiraram formas de criaturas alienígenas e protagonizam inúmeros filmes de aventuras. Os do Museu de Angra do Heroísmo sairiam do sótão do Serviço Educativo, onde costumam esperar pelas crianças que os visitam, e foram ao Fórum Terceira, na Praia da Vitória. Na primeira semana da exposição, serão dinamizadas visitas guiadas e atividades pedagógicas destinadas aos Jardins de Infância e escolas do Concelho da Praia da Vitória.
   
Sete Pecados Sociais: Seven Social Sins
Sala Dacosta, 23 de fevereiro a 9 de junho
Carly Swenson, artista americana residente na BA4, inspirou-se nos sete pecados sociais definidos por Gandhi, para criar 21 telas intrigantes e subtilmente provocatórias que, mediante uma recombinação de ícones clássicos, imagens concetuais e objetos de uso comum, promovem uma tomada de consciência de persistentes fatores de injustiça no mundo contemporâneo.
   
(Geo)Grafias da Memória
Sala de Destaques, 2 de fevereiro a 2 de junho
Francisco de Lacerda (1869-1934) manteve uma convivência social com nomes cimeiros da cultura nacional e internacional dos finais do século XIX e inícios do século XX: escritores, políticos, músicos, pintores, entre muitos outros. Prova disso são as diversas fotografias, a vasta correspondência, a coleção de dedicatórias, livros e desenhos existentes no seu espólio, todos eles autografados. Muitos deles incluem breves textos de homenagem, por vezes com algum valor literário, demonstrando admiração pessoal ou profissional, gratidão, afeto ou mera cortesia. No seu todo, estes documentos, alguns dos quais se encontram expostos nesta sala, corporizam um universo de sociabilidade que traduz as redes intelectuais e sociais em que se movimentou o artista.
   
Aparência e Quotidiano
Sala do Capítulo 30 de novembro de 2012 a 19 de maio de 2013
Pela diacronia de um passado recente à atualidade, a exposição Aparência e Quotidiano propõe uma reflexão em torno dos processos de obtenção/confeção do vestuário e dos têxteis domésticos do dia-a-dia, dos cuidados que lhe dispensamos e dos modos como os reutilizamos, questionando a forma como tais hábitos podem ser vistos, na contemporaneidade, à luz da sustentabilidade.

   
videoinstalação de Rui Mourão O CARNAVAL É UM PALCO, A ILHA UMA FESTA
Sala Dacosta 16 de novembro de 2012 a 12 de fevereiro de 2013

Uma fascinante conversa mantida com uma terceirense sobre “taxistas que são dramaturgos, padres que são atores, lavradores que são travestis, pescadores que são músicos, funcionários públicos que são maestros”, “em digressão por salões de teatro a abarrotar”, “fantasiados com chapéus de grandes plumas e garridos trajes de cena”, impulsionou a vinda à Terceira de Rui Mourão na época do Carnaval, em 2012. Esta instalação que cruza antropologia com videoarte, dá conta do processo de transfiguração coletiva a que assistiu numa ilha ciclicamente transformada em palco.
   
Seminário de Angra: O Coração da Diocese
Sala de Destaques, 8 de novembro de 2012 a 20 janeiro de 2013
Através de peças, textos e imagens, é apresentada nesta exposição a história de uma instituição, que, ao longo de 150 anos, se dedicou à formação humana, religiosa, cultural e académica de açorianos que, sob o prisma do catolicismo, são preparados para servir o próximo e dar testemunho da palavra de Cristo, transmitindo conhecimentos e melhorando a condição humana.
   
2007 © Museu de Angra do Heroísmo. Todos os direitos reservados. Última actualização a 2014-03-06