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Exposições 2017

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Histórico
  Edifício de São Francisco
Message in a Bottle
Sala do Capítulo, 30 de setembro a 15 de outubro
Silvia Amancei & Bogdan Armanu, Razvan Anton, Belu-Simion Fainaru, Vera Mota, Ciprian Muresan & Gianina Carbunariu, Larisa Sitar e Diana Vidrascu
Curadoria – Diana Marincu
Enviar uma mensagem numa garrafa decorre da necessidade de estabelecer contato com um mundo externo, numa situação em que a coincidência e o acaso desempenham um papel crucial na fórmula de comunicação.
Message in a Bottle é construída como uma cápsula do tempo, reunindo uma série de questões sobre os tempos atuais e refletindo sobre os processos de aceitação e receção da mensagem artística. Destruindo os limites entre o fictício e o real, esta exposição assenta no conceito de que o sentimento de pertença se associa mais frequentemente a um estado de espírito do que a uma área geográfica e de que a distância funciona como um pólo agregador de sonhos em que através da fantasia se povoa o desconhecido. Os artistas convidados articulam a sua própria visão sobre um relacionamento fictício com um futuro recetor desconhecido das suas mensagens, visando transgredir os limites físicos e temporais de uma exposição específica. As camadas de interpretação seguem as pistas das obras de arte expostas, partindo de um projeto fotográfico documental fictício sobre as relações Este e Oeste, para um diálogo imaginário com personagens mitológicos e representações históricas de um lugar paradisíaco, onde qualquer coisa é possível e o tempo se torna elástico.
   
RE_ACT | Contemporary Art Laboratory
Sala Dacosta, 30 de setembro a janeiro
Antonio Bokel, Gabriela Maciel, Gioia Giramolo, Mauricio Vicerè, Ivan Divanto, Paulo Arraiano, Patric Sandri e Paulo Ávila Sousa
Curadoria – Tal Projectos e No.Stereo
Esta exposição apresenta obras realizadas por 8 artistas contemporâneos de diferentes nacionalidades, que entre 19 de setembro e 2 de outubro, residirão na ilha Terceira, trabalhando em regime de laboratório num território que, pelas características inerentes à sua localização em pleno Atlântico, se distancia do cenário social contemporâneo da cidade global, cuja intrincada rede de significados emergentes a tradição pictórica de paisagens parece incapaz de capturar, e que, como tal, se espera seja potenciador do estabelecimento de co-relações entre diferentes camadas de realidade e pós-realidade.
   
O Primeiro Laboratório
Mostra de equipamentos de laboratório do início do século XX pertencentes ao médico Henrique Henriques Flores
8 de julho a outubro, IV Momento da exposição Do Mar e da Terra... uma história no Atlântico
Em 2016, o Museu de Angra do Heroísmo recebeu a doação de um interessantíssimo acervo, proveniente do que se pode considerar, tanto quanto se sabe, o mais antigo laboratório de análises clínicas dos Açores, entre instrumentos, aparelhos, equipamentos, móveis, livros e documentação diversa, pertencentes ao Doutor Henrique Henriques Flores (1907-1985).
A enorme relevância da doação, além da singularidade, prende-se com a data em que tudo isso começou: 1933. Poucos anos tinham passado desde 1928, quando Fleming descobriu o primeiro antibiótico natural, a penicilina. O conjunto, agora conservado no Museu, permitiu a organização de uma reserva visitável ao modo de um laboratório de análises clínicas, típico da época de Alexander Fleming, e com inúmeras curiosidades de funcionamento que bem demonstram o esforço e pioneirismo da geração a que pertence.
  Centro de Ciência de Angra do Heroísmo
Dinossáurios no Centro de Ciência
Centro de Ciência de Angra do Heroísmo | Observatório do Ambiente dos Açores
Inauguração: 17 de junho às 15h00
Patente até 28 de dezembro.
Terça a sexta das 9h às 18h, segunda e sábado das 9h às 16h
Os dinossáurios são seres cativantes profundamente enraizadas no nosso imaginário coletivo. Motivaram lendas e mitos, originaram heróis de B. D., inspiraram versões de criaturas monstruosas e alienígenas e protagonizaram inúmeros filmes de aventuras. Réplicas de fósseis de várias espécies de dinossáurios, pertença do MAH, irão visitar o Centro de Ciência de Angra do Heroísmo, funcionando como embaixadores do Museu de Angra do Heroísmo e dando a conhecer conceitos básicos de paleontologia.
Eventos   2017 | 2016 | 2015 | 2014 | 2013 | 2012 | 2011 | 2010
CAFÉ TEATRO
Fragmentos com corpos dentro
Auditório do Museu de Angra do Heroísmo, 19 de outubro, 21h00
Nesta sessão do Café Teatro de outubro, a companhia de teatro residente do MAH A SALA revisita a violência sobre as mulheres.
Artista plástico: António Azevedo

Cinema na Boa Nova
Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, 2 de outubro, 21h00
FLORES DE JORGE JÁCOME
Perante um cenário de crise natural nos Açores provocada por uma incontrolável praga de hortênsias, a população açoriana vê-se forçada a abandonar as ilhas. Dois jovens soldados, sequestrados pela beleza da paisagem, guiam-nos pelas narrativas dos que partiram e o inerente desejo de resistirem, ficando. Através desta deambulação, o filme assume uma reflexão nostálgica e política sobre território e identidade, bem como sobre o papel que assumimos nos lugares aos quais pertencemos.
Ficção / Super 16 mm / 26 min / 2017
Argumento: Jorge Jácome, David Cabecinha
Fotografia: Marta Simões
Música: Terry Riley
Som: Marco Leão
Montagem: Jorge Jácome
Com: André Andrade, Pedro Rosa, Gabriel Desplanque, Jorge Jácome
Produtor: João Figueiras
Produção: Blackmaria
Apoio à produção através do Programa de Residências Artísticas
Artes Visuais 2016

BECOME OCEAN
de Miguel C. Tavares
O título de Become Ocean provém da composição de Luther Adams (Become Ocean, 2013) que, por sua vez, foi inspirada numa citação de John Cage: “A vida na Terra emergiu em primeiro lugar do oceano. À medida que o gelo polar derrete e o nível do mar sobe, nós, Humanos, damos connosco a encarar a perspectiva de que, uma vez mais, podemos, literalmente, tornarmo-nos oceano.”
Become Ocean (2017) é sobre uma memória de um espaço e de um tempo. É sobre uma ideia de isolamento e a omnipresença do mar. Uma jornada exploratória entre o temporário e o permanente que nos leva para o meio do Oceano Atlântico, numa viagem à volta dos Açores e de um projecto específico na ilha de S. Miguel: Two Manifolds, por Nuno Pimenta.
Cinematografia e edição: Miguel C. Tavares
Música/som: José Alberto Gomes
Texto: Raquel S.
Voz: Joana Carvalho
Correção de cor: Rui Manuel Vieira
Grafismo Marta Ramos

TWO MANIFOLDS

Projeto de Nuno Pimenta
Comissariado por Walk&Talk
2016 Azores

Jóias para tecla da Música Barroca
Coro da Igreja de Nossa Senhora da Guia, 29 de outubro, 18h00
Sarau de cravo e órgão pelo organista Gustaaf van Manen.
Compositores:
Jean-Philippe Rameau (1683-1764),
Georg Böhm (1661-1733),
Gottlieb Muffat (1690-1770).
Inauguração das exposições Re_Act | Contemporary e Message in a Bottle
Salas do Capítulo e Dacosta, 30 de setembro 18h00/24h00
Visitas orientadas.
Festa convívio com os artistas.
 
longa duração    
  Núcleo Militar Baptista de Lima
Núcleo Museológico de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima
O Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, instalado no antigo Hospital Militar da Boa Nova, acolhe a notável Coleção de Militaria do Museu de Angra do Heroísmo, sendo único museu português não integrado no Ministério da Defesa subordinado a esta temática, em que estão representadas não só os três ramos das Forças Armadas nacionais e estrangeiras, como também as forças paramilitares militarizadas, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana.

Anteriormente repartida por vários núcleos e reservas, dado a diversidade, volume e quantidade das peças que a constituem, esta coleção é trazida ao público através de três exposições temáticas de longa duração, que, a par de uma explanação da evolução e funcionalidade das armas e de um convite à reflexão sobre as grandes questões éticas, morais e sociais inerentes aos conflitos bélicos, documentam a personalidade e vivências pessoais do patrono e a história do próprio edifício.

Composto por peças de artilharia ligeira e pesada, armas de fogo, armas brancas, proteções metálicas, projéteis, equipamento de logística, arreios, uniformes e condecorações, este acervo, na sua maior parte acomodado em reservas concebidas em obediência à tipologia dos diferentes materiais, reflete o interesse pela área militar e o espírito coleccionista do primeiro diretor do Museu de Angra do Heroísmo, Manuel Coelho Baptista de Lima, que, durante mais de três décadas, garantiu por várias vias o seu enriquecimento.

O Antigo Hospital Militar da Boa Nova é uma estrutura construída de raiz com esta finalidade, nos inícios do século XVII, no tempo da União Dinástica, situado à ilharga da imponente fortaleza filipina, conhecida vulgarmente por Castelo de São João Baptista.
   
Os Homens, as Armas e a Guerra - Da flecha ao Drone
Esta exposição de longa duração remete para a evolução das armas em articulação com a história da humanidade, desde os tempos primordiais até à contemporaneidade, organizando-se em cinco núcleos temáticos, dispostos de forma diacrónica, tornando possível a ilusão de uma viagem no tempo e no espaço, até aos campos de batalha e ao seu contexto envolvente. O acervo da exposição é composto por armas brancas e de fogo, esfragística, documentos gráficos e de belas artes, uniformes e peças de proteção do corpo, instrumentos musicais, peças de artilharia e material de apoio, transportes e logística.

   
Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano
A exposição Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano visa historiar o desempenho deste intelectual angrense, referenciando a sua intenção de construir um discurso identitário e uma memória açoriana, dissonantes do regionalismo etnográfico da primeira metade do século XX, e evidenciando o seu contributo para a utilização, no arquipélago, de novos modelos europeus de gestão e defesa patrimonial, que vão marcar a génese da ação pública regional nesta área. 
   
Hospital Real da Boa Nova
Sob este título, reúnem-se as memórias de uso do edifício que terá sido, tanto quanto se conhece, um dos mais antigos, senão o mais antigo hospital militar do mundo, já que, até então, os doentes civis e militares tendiam a misturar-se nas instalações existentes.
Tendo a sua raiz primeira no hospital de campanha trazido por D Álvaro de Bazan, aquando da conquista da ilha Terceira, em 1583, o edifício filipino desenvolveu-se alinhado com a capela de Nossa Senhora da Boa Nova e crescendo, nos tempos de D. José I, com uma ampla enfermaria nova.
Os modos de ver a doença e a saúde, na sua relação com o sagrado e com as mezinhas e tratamentos arcaicos, bem como as memórias do que aconteceu neste edifício secular, são revisitados em painéis e peças, na antiga Capela e sacristia anexa, recordando a assinatura da rendição espanhola, em 1642, após um memorável cerco de 11 meses, mantido pela população e milícias da Terceira, com auxílio das de outras ilhas dos Açores; a pregação de António Vieira, em 1654; a figura do cronista maior da Terceira, Manuel Maldonado, autor da “Fenix, Angrence” e administrador do hospital, que aqui está sepultado, (1644-1711); e a instalação, durante algum tempo, do prelo inglês com que foi inaugurada a imprensa, nos Açores.

   
  Edifício de São Francisco
   
Edifício de S. Francisco | Memórias
A partir de 30 de março, na sala junto à receção deste Museu, por onde o visitante normalmente inicia o percurso de descoberta das exposições, apresenta-se a história deste espaço conventual e das instituições que o ocuparam ao longo de décadas e até séculos, sob o título Edifício de S. Francisco | Memórias.
Esta história começa com o povoamento e com a instalação junto à Ribeira dos Moinhos dos religiosos franciscanos em casas doadas por Afonso Gonçalves d’Antona Baldaia, o Velho de S. Francisco, e chega até hoje com a atividade desenvolvida por este Museu. Trata-se por isso de lembrar a vida daqueles religiosos, que permanece inscrita nas paredes desta construção do século XVII, e as memórias do Liceu de Angra que ainda vivem naqueles que o frequentaram.
   
Sala Frederico Vasconcelos
Desde 18 de Maio de 2012
A Sala Frederico Vasconcelos homenageia a Família Vasconcelos, que, desde o último quartel do século XVIII aos nossos dias, criou e desenvolveu negócios em variadíssimas áreas do comércio e da indústria com relevância no tecido económico local e regional, alguns dos quais ainda subsistem. Paralelamente, assume-se como um apontamento da história da Revolução Industrial possível nos Açores, vista através dos modos de ser e estar de uma família, do seu sentido de oportunidade e das mudanças de percurso dos seus investimentos que refletem os fluxos e refluxos do pulsar ilhéu.
   
Do Mar e da Terra... uma história no Atlântico
desde 30 de Março de 2011

Do Mar e da Terra … uma história no Atlântico assume-se como a principal narrativa expositiva do Museu de Angra do Heroísmo. Desenvolvendo-se ao longo de quatro momentos, que vão da descoberta e povoamento das ilhas até à contemporaneidade da Região, pretende aprofundar a cultura e história da Terceira e dos Açores, através das peças mais significativas e de maior valor da instituição. O projecto expositivo parte do papel geoestratégico do arquipélago e articula-se com os planos supra-regionais do país e do Mundo, de forma a abranger outras dimensões tidas como fundamentais para a compreensão da totalidade histórica e cultural desta ilha.
4 momentos expositivos:
Momento 1 O Conhecimento das Ilhas dos Açores
Momento 2 Angra, os Açores e o Mundo
Momento 3 Da Capitania Geral ao Liberalismo
Momento 4 A Formação do Contemporâneo
   
Bataria de Artilharia Schneider-Canet E o aço mudou o mundo... Uma Bataria de Artilharia Schneider-Canet nos Açores
desde Novembro 1997
         
Igreja de Nossa Senhora da Guia Igreja de N.ª S.ª da Guia
a partir do dia 21 de Junho de 2008
  Saberes e Técnicas Tradicionais Galeria Saberes e Técnicas Tradicionais
desde 12 de Março de 2004
Reserva visitável de Espécies em Pedra Reserva visitável de Espécies em Pedra
Nartex da Igreja de N.ª S.ª da Guia, a partir do dia 21 de Junho de 2008.
  Transportes de Tração Animal dos Séculos XVIII e XIX Reserva visitável de Transportes de Tracção Animal dos Séculos XVIII e XIX
desde 2002
   
2007 © Museu de Angra do Heroísmo. Todos os direitos reservados. Última actualização a 2017-10-16