Caracterização Exposições Museu Aberto Informações
Exposições 2017

2017 |2016 | 2015 |2014 |2013 |2012 | 2011 | 2010 | 2009 | 2008 | 2007 | 2006
Histórico
  Edifício de São Francisco
Instrumentos de Trabalho ou de Cultura
Sala do Capítulo, 1 de novembro a 25 de fevereiro
A exposição Instrumentos de Trabalho ou de Cultura revisita a coleção etnográfica do Museu de Angra do Heroísmo com o objetivo de levar o visitante a reavaliar objectos utilitários que integraram e, nalguns casos, ainda integram o quotidiano local e a reconhecer o seu inestimável valor não só enquanto expressão material de uma memória cultural comum, mas também enquanto potenciadores de reflexão sobre questões atuais relacionadas com o trabalho e a cultura. Muitos dos artefactos expostos deixaram há muito de exercer as suas primitivas funções, tendo regressado ao quotidiano e aos espaços da contemporaneidade ao serem recuperados como testemunhos, ornamentos e ícones capazes de alimentar a nostalgia de mundos desaparecidos. Suporte de vidas individuais e coletivas, componente estruturante de sistemas de saberes, de práticas e de organismos sociais, estas peças, nos espaços museológicos, onde foram incorporadas pelo seu valor material e simbólico de herança cultural, assumem o papel de veículos de transmissão de conhecimentos, capazes de suscitar debate sobre questões que afetam o dia-a-dia e que importam ainda debater. A mostra está organizada em cinco núcleos temáticos: Instrumentos de Preparação do Solo, Instrumentos de Ferreiro, Instrumentos de Trabalho de Madeira, Objetos Domésticos de Barro e Instrumentos de Fiação, tendo como subnúcleos Ferros de Marcação de Gado e Cangas de Luxo.
   
RE_ACT | Contemporary Art Laboratory
Sala Dacosta, 30 de setembro a janeiro
Antonio Bokel, Gabriela Maciel, Gioia Giramolo, Mauricio Vicerè, Ivan Divanto, Paulo Arraiano, Patric Sandri e Paulo Ávila Sousa
Curadoria – Tal Projectos e No.Stereo
Esta exposição apresenta obras realizadas por 8 artistas contemporâneos de diferentes nacionalidades, que entre 19 de setembro e 2 de outubro, residirão na ilha Terceira, trabalhando em regime de laboratório num território que, pelas características inerentes à sua localização em pleno Atlântico, se distancia do cenário social contemporâneo da cidade global, cuja intrincada rede de significados emergentes a tradição pictórica de paisagens parece incapaz de capturar, e que, como tal, se espera seja potenciador do estabelecimento de co-relações entre diferentes camadas de realidade e pós-realidade.
   
  Centro de Ciência de Angra do Heroísmo
Dinossáurios no Centro de Ciência
Centro de Ciência de Angra do Heroísmo | Observatório do Ambiente dos Açores
Terça a sexta das 9h às 18h, segunda e sábado das 9h às 16h. Patente até 28 de dezembro
Os dinossáurios são seres cativantes profundamente enraizadas no nosso imaginário coletivo. Motivaram lendas e mitos, originaram heróis de B. D., inspiraram versões de criaturas monstruosas e alienígenas e protagonizaram inúmeros filmes de aventuras. Réplicas de fósseis de várias espécies de dinossáurios, pertença do MAH, irão visitar o Centro de Ciência de Angra do Heroísmo, funcionando como embaixadores do Museu de Angra do Heroísmo e dando a conhecer conceitos básicos de paleontologia.
Eventos   2017 | 2016 | 2015 | 2014 | 2013 | 2012 | 2011 | 2010
Café Teatro
O Menino "mija” no Museu
Auditório do Museu de Angra do Heroísmo, 7 de dezembro, 21h00
“Chuva em novembro, natal em dezembro”.
Venha por isso celebrar connosco.
Conferências na Boa Nova
Espadas, Sabres e Adagas da Marinha | Comunicação por Paulo Santos, Membro da Academia de Marinha
Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, 6 de dezembro, 20h00
Em resultado de uma investigação de mais de dois anos, o conferencista irá apresentar cerca de trinta modelos de espadas e doze de adagas usados na Marinha Portuguesa, do século XVIII até à atualidade. De diferentes tipos, origens e fabrico, denotam geralmente uma grande influência inglesa. Algumas destas armas têm,no entanto, características e pormenores estéticos muito próprios do armamento português e da Armada.
Abertura das reservas e exposições das 20h00 às 23h00
 
longa duração    
  Núcleo Militar Baptista de Lima
Núcleo Museológico de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima
O Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, instalado no antigo Hospital Militar da Boa Nova, acolhe a notável Coleção de Militaria do Museu de Angra do Heroísmo, sendo único museu português não integrado no Ministério da Defesa subordinado a esta temática, em que estão representadas não só os três ramos das Forças Armadas nacionais e estrangeiras, como também as forças paramilitares militarizadas, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana.

Anteriormente repartida por vários núcleos e reservas, dado a diversidade, volume e quantidade das peças que a constituem, esta coleção é trazida ao público através de três exposições temáticas de longa duração, que, a par de uma explanação da evolução e funcionalidade das armas e de um convite à reflexão sobre as grandes questões éticas, morais e sociais inerentes aos conflitos bélicos, documentam a personalidade e vivências pessoais do patrono e a história do próprio edifício.

Composto por peças de artilharia ligeira e pesada, armas de fogo, armas brancas, proteções metálicas, projéteis, equipamento de logística, arreios, uniformes e condecorações, este acervo, na sua maior parte acomodado em reservas concebidas em obediência à tipologia dos diferentes materiais, reflete o interesse pela área militar e o espírito coleccionista do primeiro diretor do Museu de Angra do Heroísmo, Manuel Coelho Baptista de Lima, que, durante mais de três décadas, garantiu por várias vias o seu enriquecimento.

O Antigo Hospital Militar da Boa Nova é uma estrutura construída de raiz com esta finalidade, nos inícios do século XVII, no tempo da União Dinástica, situado à ilharga da imponente fortaleza filipina, conhecida vulgarmente por Castelo de São João Baptista.
   
Os Homens, as Armas e a Guerra - Da flecha ao Drone
Esta exposição de longa duração remete para a evolução das armas em articulação com a história da humanidade, desde os tempos primordiais até à contemporaneidade, organizando-se em cinco núcleos temáticos, dispostos de forma diacrónica, tornando possível a ilusão de uma viagem no tempo e no espaço, até aos campos de batalha e ao seu contexto envolvente. O acervo da exposição é composto por armas brancas e de fogo, esfragística, documentos gráficos e de belas artes, uniformes e peças de proteção do corpo, instrumentos musicais, peças de artilharia e material de apoio, transportes e logística.

   
Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano
A exposição Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano visa historiar o desempenho deste intelectual angrense, referenciando a sua intenção de construir um discurso identitário e uma memória açoriana, dissonantes do regionalismo etnográfico da primeira metade do século XX, e evidenciando o seu contributo para a utilização, no arquipélago, de novos modelos europeus de gestão e defesa patrimonial, que vão marcar a génese da ação pública regional nesta área. 
   
Hospital Real da Boa Nova
Sob este título, reúnem-se as memórias de uso do edifício que terá sido, tanto quanto se conhece, um dos mais antigos, senão o mais antigo hospital militar do mundo, já que, até então, os doentes civis e militares tendiam a misturar-se nas instalações existentes.
Tendo a sua raiz primeira no hospital de campanha trazido por D Álvaro de Bazan, aquando da conquista da ilha Terceira, em 1583, o edifício filipino desenvolveu-se alinhado com a capela de Nossa Senhora da Boa Nova e crescendo, nos tempos de D. José I, com uma ampla enfermaria nova.
Os modos de ver a doença e a saúde, na sua relação com o sagrado e com as mezinhas e tratamentos arcaicos, bem como as memórias do que aconteceu neste edifício secular, são revisitados em painéis e peças, na antiga Capela e sacristia anexa, recordando a assinatura da rendição espanhola, em 1642, após um memorável cerco de 11 meses, mantido pela população e milícias da Terceira, com auxílio das de outras ilhas dos Açores; a pregação de António Vieira, em 1654; a figura do cronista maior da Terceira, Manuel Maldonado, autor da “Fenix, Angrence” e administrador do hospital, que aqui está sepultado, (1644-1711); e a instalação, durante algum tempo, do prelo inglês com que foi inaugurada a imprensa, nos Açores.

   
  Edifício de São Francisco
   
Edifício de S. Francisco | Memórias
A partir de 30 de março, na sala junto à receção deste Museu, por onde o visitante normalmente inicia o percurso de descoberta das exposições, apresenta-se a história deste espaço conventual e das instituições que o ocuparam ao longo de décadas e até séculos, sob o título Edifício de S. Francisco | Memórias.
Esta história começa com o povoamento e com a instalação junto à Ribeira dos Moinhos dos religiosos franciscanos em casas doadas por Afonso Gonçalves d’Antona Baldaia, o Velho de S. Francisco, e chega até hoje com a atividade desenvolvida por este Museu. Trata-se por isso de lembrar a vida daqueles religiosos, que permanece inscrita nas paredes desta construção do século XVII, e as memórias do Liceu de Angra que ainda vivem naqueles que o frequentaram.
   
Sala Frederico Vasconcelos
Desde 18 de Maio de 2012
A Sala Frederico Vasconcelos homenageia a Família Vasconcelos, que, desde o último quartel do século XVIII aos nossos dias, criou e desenvolveu negócios em variadíssimas áreas do comércio e da indústria com relevância no tecido económico local e regional, alguns dos quais ainda subsistem. Paralelamente, assume-se como um apontamento da história da Revolução Industrial possível nos Açores, vista através dos modos de ser e estar de uma família, do seu sentido de oportunidade e das mudanças de percurso dos seus investimentos que refletem os fluxos e refluxos do pulsar ilhéu.
   
Do Mar e da Terra... uma história no Atlântico
desde 30 de Março de 2011

Do Mar e da Terra … uma história no Atlântico assume-se como a principal narrativa expositiva do Museu de Angra do Heroísmo. Desenvolvendo-se ao longo de quatro momentos, que vão da descoberta e povoamento das ilhas até à contemporaneidade da Região, pretende aprofundar a cultura e história da Terceira e dos Açores, através das peças mais significativas e de maior valor da instituição. O projecto expositivo parte do papel geoestratégico do arquipélago e articula-se com os planos supra-regionais do país e do Mundo, de forma a abranger outras dimensões tidas como fundamentais para a compreensão da totalidade histórica e cultural desta ilha.
4 momentos expositivos:
Momento 1 O Conhecimento das Ilhas dos Açores
Momento 2 Angra, os Açores e o Mundo
Momento 3 Da Capitania Geral ao Liberalismo
Momento 4 A Formação do Contemporâneo
   
Bataria de Artilharia Schneider-Canet E o aço mudou o mundo... Uma Bataria de Artilharia Schneider-Canet nos Açores
desde Novembro 1997
         
Igreja de Nossa Senhora da Guia Igreja de N.ª S.ª da Guia
a partir do dia 21 de Junho de 2008
  Saberes e Técnicas Tradicionais Galeria Saberes e Técnicas Tradicionais
desde 12 de Março de 2004
Reserva visitável de Espécies em Pedra Reserva visitável de Espécies em Pedra
Nartex da Igreja de N.ª S.ª da Guia, a partir do dia 21 de Junho de 2008.
  Transportes de Tração Animal dos Séculos XVIII e XIX Reserva visitável de Transportes de Tracção Animal dos Séculos XVIII e XIX
desde 2002
   
2007 © Museu de Angra do Heroísmo. Todos os direitos reservados. Última actualização a 2017-12-04