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Histórico
  Edifício de São Francisco
Tiago Azevedo | The Paiter of Fantasy
Sala do Capítulo, 23 de fevereiro a 7 de abril
Tiago Azevedo é um pintor e arquiteto nascido na ilha Terceira e que atualmente vive em Munique.
Motivado pela mística neblina e pelas paisagens fantásticas dos Açores, tem desenvolvido uma pintura entre o surrealismo pop e as técnicas clássicas dos grandes mestres, como é o caso de óleos sobre tela.
Apaixonado pelo barroco e pelo dramatismo dos contrastes de chiaroscuro, os temas da sua pintura estão frequentemente relacionados com a religião e com a fantasia, como é, entre outras, o caso das obras Salome e Cinderella que integram esta exposição.
Comparado à pintora Margaret Keane, Tiago Azevedo acredita que esse facto advém do aumento estilístico dos olhos, o qual afirma ser apenas uma forma de facilitar a transferência da emoção para a tela.
Desde que optou por seguir o seu sonho, na área da pintura, tem participado em numerosas exposições em cidades como Lisboa, no Palácio Foz; em Cannes; no Louvre, em Paris; num evento realizado pelo Vaticano, em Roma; e também em Nova Iorque, o que o aproximou de artistas e contribuiu para que adquirisse o respeito do público e de críticos internacionais.
Delegação Aduaneira de Angra do Heroísmo - Cais da Alfândega
Memórias que, desenhadas com luz, em papel se fixaram…
Delegação Aduaneira de Angra do Heroísmo, de fevereiro a maio
Câmaras escuras onde se jogava com sombra e com luz. Placas de vidro, de cobre ou de metal. Impressões com prata, verniz ou esmalte. Ambrótipos, calótipos, daguerreótipos e ferrótipos: nomes de processos, morosos e onerosos, para registar imagens que se queriam imortais, porque de retalhos de memória(s) se tratavam. Métodos que, a partir de 6 de agosto de 1884, se tornariam obsoletos pois, nessa data, George Eastman e William Walker, registavam, em Nova Iorque, a patente para o rolo de filme fotográfico. Dava-se início a uma revolução onde, por se combinar película e papel fotográfico, bastava apenas o pressionar de um botão para se capturar todo e qualquer instante. Uma facilidade cuja evolução pode ser observada na mostra de máquinas fotográficas, integradas na Coleção de Ciência e Tecnologia, do Museu de Angra de Heroísmo.
Eventos   2019 | 2018 | 2017 | 2016 | 2015 | 2014 | 2013 | 2012 | 2011 | 2010
Noite Lírica Beneficiente
Igreja de Nossa Senhora da Guia 23 de março, 21h00
Luís Peças e João Paulo Ferreira contratenores
Gustaaf van Manen cravista e organista
Entrada: 5 euros
A Associação Nascer e Crescer Feliz destina a receita do espetáculo a fins beneficentes.
À Mesa com Fantasia | Ceia Temática
Sala do Capítulo , 1 de março, 20h00
Dinamização da exposição Tiago Azevedo | The Painter of Fantasy
Café Teatro
À mesa n'A SALA
Auditório do Museu de Angra do Heroísmo, 8 de fevereiro, 21h30
A SALA - um restaurante onde dramas da vida fazem parte do menu e são servidos e condimentados com uma pitada de humor negro à la Tarantino.  
Inauguração da mostra Museu Adentro /13
José Júlio de Souza Pinto (1856-1939) | um pintor naturalista angrense
Apresentação pela Prof. Doutora Ana Paula Rebelo Correia, Consultora científica da Coleção de Pintura do NOVO BANCO
2 de fevereiro, 15h00
As duas pinturas Volta do Rio e Chamando a Barcaça foram realizadas em Pont-Scorff, localidade em que Souza Pinto se instalou em 1903, e que o inspirou profundamente. Representam as lavadeiras que lavavam e branqueavam a roupa no rio Scorff, um dos ofícios mais comuns na região durante o século XIX, e nos primeiros anos do século XX.
Souza Pinto assimila na sua pintura a expressão do sentimento psicológico veiculada pelos realistas, os valores estéticos dos impressionistas, a veracidade atmosférica da pintura ao ar livre, desenvolvendo uma componente artística e interpretativa muito própria e inconfundível, marcada nomeadamente pela capacidade de conciliar o ambiente melancólico, mais sombrio e nublado, que caracteriza a paisagem bretã, com a atmosfera luminosa que via em Portugal, onde passava longas temporadas.
Nerd Alert
Museu de Angra do Heroísmo, 1, 2, 3 de fevereiro
 
longa duração    
  Núcleo Militar Baptista de Lima
Núcleo Museológico de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima
O Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, instalado no antigo Hospital Militar da Boa Nova, acolhe a notável Coleção de Militaria do Museu de Angra do Heroísmo, sendo único museu português não integrado no Ministério da Defesa subordinado a esta temática, em que estão representadas não só os três ramos das Forças Armadas nacionais e estrangeiras, como também as forças paramilitares militarizadas, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana.

Anteriormente repartida por vários núcleos e reservas, dado a diversidade, volume e quantidade das peças que a constituem, esta coleção é trazida ao público através de três exposições temáticas de longa duração, que, a par de uma explanação da evolução e funcionalidade das armas e de um convite à reflexão sobre as grandes questões éticas, morais e sociais inerentes aos conflitos bélicos, documentam a personalidade e vivências pessoais do patrono e a história do próprio edifício.

Composto por peças de artilharia ligeira e pesada, armas de fogo, armas brancas, proteções metálicas, projéteis, equipamento de logística, arreios, uniformes e condecorações, este acervo, na sua maior parte acomodado em reservas concebidas em obediência à tipologia dos diferentes materiais, reflete o interesse pela área militar e o espírito coleccionista do primeiro diretor do Museu de Angra do Heroísmo, Manuel Coelho Baptista de Lima, que, durante mais de três décadas, garantiu por várias vias o seu enriquecimento.

O Antigo Hospital Militar da Boa Nova é uma estrutura construída de raiz com esta finalidade, nos inícios do século XVII, no tempo da União Dinástica, situado à ilharga da imponente fortaleza filipina, conhecida vulgarmente por Castelo de São João Baptista.
   
Os Homens, as Armas e a Guerra - Da flecha ao Drone
Esta exposição de longa duração remete para a evolução das armas em articulação com a história da humanidade, desde os tempos primordiais até à contemporaneidade, organizando-se em cinco núcleos temáticos, dispostos de forma diacrónica, tornando possível a ilusão de uma viagem no tempo e no espaço, até aos campos de batalha e ao seu contexto envolvente. O acervo da exposição é composto por armas brancas e de fogo, esfragística, documentos gráficos e de belas artes, uniformes e peças de proteção do corpo, instrumentos musicais, peças de artilharia e material de apoio, transportes e logística.

   
Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano
A exposição Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano visa historiar o desempenho deste intelectual angrense, referenciando a sua intenção de construir um discurso identitário e uma memória açoriana, dissonantes do regionalismo etnográfico da primeira metade do século XX, e evidenciando o seu contributo para a utilização, no arquipélago, de novos modelos europeus de gestão e defesa patrimonial, que vão marcar a génese da ação pública regional nesta área. 
   
Hospital Real da Boa Nova
Sob este título, reúnem-se as memórias de uso do edifício que terá sido, tanto quanto se conhece, um dos mais antigos, senão o mais antigo hospital militar do mundo, já que, até então, os doentes civis e militares tendiam a misturar-se nas instalações existentes.
Tendo a sua raiz primeira no hospital de campanha trazido por D Álvaro de Bazan, aquando da conquista da ilha Terceira, em 1583, o edifício filipino desenvolveu-se alinhado com a capela de Nossa Senhora da Boa Nova e crescendo, nos tempos de D. José I, com uma ampla enfermaria nova.
Os modos de ver a doença e a saúde, na sua relação com o sagrado e com as mezinhas e tratamentos arcaicos, bem como as memórias do que aconteceu neste edifício secular, são revisitados em painéis e peças, na antiga Capela e sacristia anexa, recordando a assinatura da rendição espanhola, em 1642, após um memorável cerco de 11 meses, mantido pela população e milícias da Terceira, com auxílio das de outras ilhas dos Açores; a pregação de António Vieira, em 1654; a figura do cronista maior da Terceira, Manuel Maldonado, autor da “Fenix, Angrence” e administrador do hospital, que aqui está sepultado, (1644-1711); e a instalação, durante algum tempo, do prelo inglês com que foi inaugurada a imprensa, nos Açores.

   
  Edifício de São Francisco
   
Edifício de S. Francisco | Memórias
A partir de 30 de março, na sala junto à receção deste Museu, por onde o visitante normalmente inicia o percurso de descoberta das exposições, apresenta-se a história deste espaço conventual e das instituições que o ocuparam ao longo de décadas e até séculos, sob o título Edifício de S. Francisco | Memórias.
Esta história começa com o povoamento e com a instalação junto à Ribeira dos Moinhos dos religiosos franciscanos em casas doadas por Afonso Gonçalves d’Antona Baldaia, o Velho de S. Francisco, e chega até hoje com a atividade desenvolvida por este Museu. Trata-se por isso de lembrar a vida daqueles religiosos, que permanece inscrita nas paredes desta construção do século XVII, e as memórias do Liceu de Angra que ainda vivem naqueles que o frequentaram.
   
Sala Frederico Vasconcelos
Desde 18 de Maio de 2012
A Sala Frederico Vasconcelos homenageia a Família Vasconcelos, que, desde o último quartel do século XVIII aos nossos dias, criou e desenvolveu negócios em variadíssimas áreas do comércio e da indústria com relevância no tecido económico local e regional, alguns dos quais ainda subsistem. Paralelamente, assume-se como um apontamento da história da Revolução Industrial possível nos Açores, vista através dos modos de ser e estar de uma família, do seu sentido de oportunidade e das mudanças de percurso dos seus investimentos que refletem os fluxos e refluxos do pulsar ilhéu.
   
Do Mar e da Terra... uma história no Atlântico
desde 30 de Março de 2011

Do Mar e da Terra … uma história no Atlântico assume-se como a principal narrativa expositiva do Museu de Angra do Heroísmo. Desenvolvendo-se ao longo de quatro momentos, que vão da descoberta e povoamento das ilhas até à contemporaneidade da Região, pretende aprofundar a cultura e história da Terceira e dos Açores, através das peças mais significativas e de maior valor da instituição. O projecto expositivo parte do papel geoestratégico do arquipélago e articula-se com os planos supra-regionais do país e do Mundo, de forma a abranger outras dimensões tidas como fundamentais para a compreensão da totalidade histórica e cultural desta ilha.
4 momentos expositivos:
Momento 1 O Conhecimento das Ilhas dos Açores
Momento 2 Angra, os Açores e o Mundo
Momento 3 Da Capitania Geral ao Liberalismo
Momento 4 A Formação do Contemporâneo
   
Bataria de Artilharia Schneider-Canet E o aço mudou o mundo... Uma Bataria de Artilharia Schneider-Canet nos Açores
desde Novembro 1997
         
Igreja de Nossa Senhora da Guia Igreja de N.ª S.ª da Guia
a partir do dia 21 de Junho de 2008
  Saberes e Técnicas Tradicionais Galeria Saberes e Técnicas Tradicionais
desde 12 de Março de 2004
Reserva visitável de Espécies em Pedra Reserva visitável de Espécies em Pedra
Nartex da Igreja de N.ª S.ª da Guia, a partir do dia 21 de Junho de 2008.
  Transportes de Tração Animal dos Séculos XVIII e XIX Reserva visitável de Transportes de Tracção Animal dos Séculos XVIII e XIX
desde 2002
   
2007 © Museu de Angra do Heroísmo. Todos os direitos reservados. Última actualização a 2019-02-15