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Histórico
  Edifício de São Francisco
Aquedutos: Água e Património | fotografia de Pedro Inácio
Sala Dacosta, 17 de fevereiro a 8 de abril
As imagens presentes nesta exposição resultam do levantamento fotográfico, iniciado em 2007, realizado por Pedro Inácio para um trabalho de investigação sobre alguns dos antigos aquedutos existentes em Portugal, Espanha e França.
Parte destes monumentos remontam ao tempo dos romanos, pioneiros na construção de numerosos aquedutos por todo o seu antigo Império. Atualmente, existem magníficos testemunhos destas construções hidráulicas em diversos países europeus, designadamente em Espanha, França, Itália, Portugal e Turquia.
Entre os aquedutos selecionados que integram a presente exposição, seis são romanos, construídos no século I d.C. e localizados em Conímbriga (Portugal), Mérida e Segóvia (Espanha) e Fréjus (França). Os restantes alguns classificados como Património da Humanidade pela UNESCO, remontam aos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX.
   
Instrumentos de Trabalho ou de Cultura
Sala do Capítulo, 1 de novembro a 25 de fevereiro
A exposição Instrumentos de Trabalho ou de Cultura revisita a coleção etnográfica do Museu de Angra do Heroísmo com o objetivo de levar o visitante a reavaliar objectos utilitários que integraram e, nalguns casos, ainda integram o quotidiano local e a reconhecer o seu inestimável valor não só enquanto expressão material de uma memória cultural comum, mas também enquanto potenciadores de reflexão sobre questões atuais relacionadas com o trabalho e a cultura. Muitos dos artefactos expostos deixaram há muito de exercer as suas primitivas funções, tendo regressado ao quotidiano e aos espaços da contemporaneidade ao serem recuperados como testemunhos, ornamentos e ícones capazes de alimentar a nostalgia de mundos desaparecidos. Suporte de vidas individuais e coletivas, componente estruturante de sistemas de saberes, de práticas e de organismos sociais, estas peças, nos espaços museológicos, onde foram incorporadas pelo seu valor material e simbólico de herança cultural, assumem o papel de veículos de transmissão de conhecimentos, capazes de suscitar debate sobre questões que afetam o dia-a-dia e que importam ainda debater. A mostra está organizada em cinco núcleos temáticos: Instrumentos de Preparação do Solo, Instrumentos de Ferreiro, Instrumentos de Trabalho de Madeira, Objetos Domésticos de Barro e Instrumentos de Fiação, tendo como subnúcleos Ferros de Marcação de Gado e Cangas de Luxo.
   
Máquinas do Tempo | Retratos têsteis de Linda Lane Thornton
Do Mar e da Terra… uma história no Atlântico, 3 de fevereiro a 29 de abril
O trabalho de reaproveitamento têxtil conhecido como patchwork prende-se ao universo feminino da gestão doméstica, em que o material costurado, geralmente de feição utilitária, funciona muitas vezes como meio de evasão ao confinamento doméstico dado o prazer estético decorrente da combinação aleatória dos retalhos ou da recriação de padrões tradicionais. É por isso que as peças criadas por Linda Lane Thornton se revestem de um caráter único, não só pela excelência e multiplicidade de técnicas aplicadas, que fazem delas delicadas obras de arte, mas por se assumirem como journal quilts, retratos têxteis em que recoletou aventuras, experiências e momentos da sua viagem à volta do mundo a bordo do seu iate Coromandel, agora ancorado na marina de Angra do Heroísmo.
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Máquinas do Tempo | Retratos têsteis de Linda Lane Thornton
Do Mar e da Terra… uma história no Atlântico. Inauguração a 3 de fevereiro, 15h00
COMUNICAÇÃO POR LINDA LANE THORNTON
Nesta comunicação, Linda Lane Thornton, iatista de origem inglesa e artista têxtil, comentará as peças que constituem a mostra Máquinas do Tempo | Retratos Têxteis e que são parte constituinte do journal quilt que elaborou a bordo do seu iate Coromandel, aquando da sua viagem de circum-navegação que a trouxe até aos Açores, cujas paisagens retratou em páginas de tecido, recorrendo a diferentes técnicas de patchwork e bordado.
A Biotecnologia ao Serviço da Preservação e Valorização do Património Vegetal Açoriano
POR DUARTE MENDONÇA
Auditório do MAH, 27 de janeiro, 15h00
Diversos recursos vegetais açorianos, quer endémicos quer de culturas tradicionais, estão em risco de se perderem ou estão subvalorizados. Neste evento será apresentado o trabalho desenvolvido nos laboratórios do Centro de Biotecnologia dos Açores – Universidade dos Açores, onde estão a ser empregues ferramentas de base biotecnológica com o objetivo de transformar
estes recursos numa mais valia que transcende o valor económico, isto é engloba também valores ecológicos, éticos, espirituais, estéticos, simbólicos, educativos e científicos.
Inauguração da Exposição Aquedutos: Água e Património | Fotografia de Pedro Inácio
Os Antigos Aquedutos: dos Romanos até à Atualidade
Comunicação de Pedro Inácio seguida de visita à exposição.
Auditório do MAH, 17 de fevereiro, 15h00
Parte dos monumentos cujas fotografias integram exposição Aquedutos: Água e Património remontam ao tempo dos romanos,
pioneiros na construção de numerosos aquedutos por todo o seu antigo Império. Aproveitando o conhecimento e a técnica da engenharia romana, foram construídos em Portugal, mil e quinhentos anos mais tarde, vários aquedutos que, como se explicará na presente comunicação, contribuíram decisivamente para melhorar o abastecimento de água e a qualidade de vida das populações.
 
longa duração    
  Núcleo Militar Baptista de Lima
Núcleo Museológico de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima
O Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, instalado no antigo Hospital Militar da Boa Nova, acolhe a notável Coleção de Militaria do Museu de Angra do Heroísmo, sendo único museu português não integrado no Ministério da Defesa subordinado a esta temática, em que estão representadas não só os três ramos das Forças Armadas nacionais e estrangeiras, como também as forças paramilitares militarizadas, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana.

Anteriormente repartida por vários núcleos e reservas, dado a diversidade, volume e quantidade das peças que a constituem, esta coleção é trazida ao público através de três exposições temáticas de longa duração, que, a par de uma explanação da evolução e funcionalidade das armas e de um convite à reflexão sobre as grandes questões éticas, morais e sociais inerentes aos conflitos bélicos, documentam a personalidade e vivências pessoais do patrono e a história do próprio edifício.

Composto por peças de artilharia ligeira e pesada, armas de fogo, armas brancas, proteções metálicas, projéteis, equipamento de logística, arreios, uniformes e condecorações, este acervo, na sua maior parte acomodado em reservas concebidas em obediência à tipologia dos diferentes materiais, reflete o interesse pela área militar e o espírito coleccionista do primeiro diretor do Museu de Angra do Heroísmo, Manuel Coelho Baptista de Lima, que, durante mais de três décadas, garantiu por várias vias o seu enriquecimento.

O Antigo Hospital Militar da Boa Nova é uma estrutura construída de raiz com esta finalidade, nos inícios do século XVII, no tempo da União Dinástica, situado à ilharga da imponente fortaleza filipina, conhecida vulgarmente por Castelo de São João Baptista.
   
Os Homens, as Armas e a Guerra - Da flecha ao Drone
Esta exposição de longa duração remete para a evolução das armas em articulação com a história da humanidade, desde os tempos primordiais até à contemporaneidade, organizando-se em cinco núcleos temáticos, dispostos de forma diacrónica, tornando possível a ilusão de uma viagem no tempo e no espaço, até aos campos de batalha e ao seu contexto envolvente. O acervo da exposição é composto por armas brancas e de fogo, esfragística, documentos gráficos e de belas artes, uniformes e peças de proteção do corpo, instrumentos musicais, peças de artilharia e material de apoio, transportes e logística.

   
Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano
A exposição Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano visa historiar o desempenho deste intelectual angrense, referenciando a sua intenção de construir um discurso identitário e uma memória açoriana, dissonantes do regionalismo etnográfico da primeira metade do século XX, e evidenciando o seu contributo para a utilização, no arquipélago, de novos modelos europeus de gestão e defesa patrimonial, que vão marcar a génese da ação pública regional nesta área. 
   
Hospital Real da Boa Nova
Sob este título, reúnem-se as memórias de uso do edifício que terá sido, tanto quanto se conhece, um dos mais antigos, senão o mais antigo hospital militar do mundo, já que, até então, os doentes civis e militares tendiam a misturar-se nas instalações existentes.
Tendo a sua raiz primeira no hospital de campanha trazido por D Álvaro de Bazan, aquando da conquista da ilha Terceira, em 1583, o edifício filipino desenvolveu-se alinhado com a capela de Nossa Senhora da Boa Nova e crescendo, nos tempos de D. José I, com uma ampla enfermaria nova.
Os modos de ver a doença e a saúde, na sua relação com o sagrado e com as mezinhas e tratamentos arcaicos, bem como as memórias do que aconteceu neste edifício secular, são revisitados em painéis e peças, na antiga Capela e sacristia anexa, recordando a assinatura da rendição espanhola, em 1642, após um memorável cerco de 11 meses, mantido pela população e milícias da Terceira, com auxílio das de outras ilhas dos Açores; a pregação de António Vieira, em 1654; a figura do cronista maior da Terceira, Manuel Maldonado, autor da “Fenix, Angrence” e administrador do hospital, que aqui está sepultado, (1644-1711); e a instalação, durante algum tempo, do prelo inglês com que foi inaugurada a imprensa, nos Açores.

   
  Edifício de São Francisco
   
Edifício de S. Francisco | Memórias
A partir de 30 de março, na sala junto à receção deste Museu, por onde o visitante normalmente inicia o percurso de descoberta das exposições, apresenta-se a história deste espaço conventual e das instituições que o ocuparam ao longo de décadas e até séculos, sob o título Edifício de S. Francisco | Memórias.
Esta história começa com o povoamento e com a instalação junto à Ribeira dos Moinhos dos religiosos franciscanos em casas doadas por Afonso Gonçalves d’Antona Baldaia, o Velho de S. Francisco, e chega até hoje com a atividade desenvolvida por este Museu. Trata-se por isso de lembrar a vida daqueles religiosos, que permanece inscrita nas paredes desta construção do século XVII, e as memórias do Liceu de Angra que ainda vivem naqueles que o frequentaram.
   
Sala Frederico Vasconcelos
Desde 18 de Maio de 2012
A Sala Frederico Vasconcelos homenageia a Família Vasconcelos, que, desde o último quartel do século XVIII aos nossos dias, criou e desenvolveu negócios em variadíssimas áreas do comércio e da indústria com relevância no tecido económico local e regional, alguns dos quais ainda subsistem. Paralelamente, assume-se como um apontamento da história da Revolução Industrial possível nos Açores, vista através dos modos de ser e estar de uma família, do seu sentido de oportunidade e das mudanças de percurso dos seus investimentos que refletem os fluxos e refluxos do pulsar ilhéu.
   
Do Mar e da Terra... uma história no Atlântico
desde 30 de Março de 2011

Do Mar e da Terra … uma história no Atlântico assume-se como a principal narrativa expositiva do Museu de Angra do Heroísmo. Desenvolvendo-se ao longo de quatro momentos, que vão da descoberta e povoamento das ilhas até à contemporaneidade da Região, pretende aprofundar a cultura e história da Terceira e dos Açores, através das peças mais significativas e de maior valor da instituição. O projecto expositivo parte do papel geoestratégico do arquipélago e articula-se com os planos supra-regionais do país e do Mundo, de forma a abranger outras dimensões tidas como fundamentais para a compreensão da totalidade histórica e cultural desta ilha.
4 momentos expositivos:
Momento 1 O Conhecimento das Ilhas dos Açores
Momento 2 Angra, os Açores e o Mundo
Momento 3 Da Capitania Geral ao Liberalismo
Momento 4 A Formação do Contemporâneo
   
Bataria de Artilharia Schneider-Canet E o aço mudou o mundo... Uma Bataria de Artilharia Schneider-Canet nos Açores
desde Novembro 1997
         
Igreja de Nossa Senhora da Guia Igreja de N.ª S.ª da Guia
a partir do dia 21 de Junho de 2008
  Saberes e Técnicas Tradicionais Galeria Saberes e Técnicas Tradicionais
desde 12 de Março de 2004
Reserva visitável de Espécies em Pedra Reserva visitável de Espécies em Pedra
Nartex da Igreja de N.ª S.ª da Guia, a partir do dia 21 de Junho de 2008.
  Transportes de Tração Animal dos Séculos XVIII e XIX Reserva visitável de Transportes de Tracção Animal dos Séculos XVIII e XIX
desde 2002
   
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