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Exposições 2018
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Histórico
  Edifício de São Francisco
   
Mérito e Distinção | Ordens Honoríficas Portuguesas
Sala Dacosta, 9 de junho a 23 de setembro
A exposição Mérito e Distinção | Ordens Honoríficas Portuguesas apresenta alguns exemplos de condecorações que integram a coleção do MAH, a par de insígnias pertencentes a colecionadores particulares e a familiares de agraciados, associando-as às personalidades que receberam as referidas distinções, tais como Vitorino Nemésio, Francisco de Lacerda Machado, Tenente Coronel José Agostinho, Adalberto Martins entre outras. Este tipo de condecoração radica numa tradição secular que remonta à Idade Média e destina-se a galardoar ou a distinguir, em vida ou a título póstumo, os cidadãos nacionais que se notabilizem por méritos pessoais, por feitos militares ou cívicos, por atos excecionais ou por serviços relevantes prestados ao País.
   
Tudo no Mundo Existe para Acabar em Livro | Instalação de Arte Contemporânea de Dionísio Souto Abreu
Sala do Capítulo, 28 de abril a 14 e outubro. Inauguração a 28 de abril pela 15h00
Instalação composta por um conjunto de caixas onde estão depositados 14 livros pintados cujas folhas constituem obras de arte únicas, que podem ser observadas por leitores, a partir de genuflexórios, de forma a referenciar o respeito devido ao livro, enquanto objeto de imaginário e de cultura.
Delegação Aduaneira de Angra do Heroísmo - Cais da Alfândega
Barcos com História
Delegação Aduaneira de Angra do Heroísmo, 21 de junho a setembro
Este conjunto de modelos de barcos de dimensões variáveis, em madeira ou em materiais sintéticos, representativo da Coleção Náutica do Museu de Angra do Heroísmo, evoca histórias de glória, coragem e aventura que tiveram como protagonistas navegadores e militares, pescadores e marinheiros. 
Eventos   2018 | 2017 | 2016 | 2015 | 2014 | 2013 | 2012 | 2011 | 2010
Domingos com música
Igreja de Nossa Senhora da Guia, Museu de Angra do Heroísmo, 5, 12, 19 e 26 de agosto, 11h00
Concertos no órgão histórico construído por António Xavier Machado e Cerveira, em 1788
Organista: Gustaaf van Manen
Obras de compositores dos séculos XVI e XVII
Entrada livre
Conferências na Boa Nova
A Carta Nacional do Turismo Militar: Do Conceito à Operação
Comunicação de João Pinto Coelho, mestre em Desenvolvimento de Produtos de Turismo Cultural, Coordenador Técnico do Laboratório de Turismo do Instituto Politécnico de Tomar
Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, 19 de setembro, 20h00
O Turismo Militar tem assumido uma inquestionável relevância e uma maior notoriedade em diferentes fóruns e agendas públicas e privadas nacionais. Contudo, verifica-se que existe, simultaneamente, um conhecimento incipiente quanto ao próprio conceito, nomeadamente quanto à sua presença na estratégia turística nacional e no que concerne às possibilidades e limites da sua operação no território nacional.
A apresentação “A Carta Nacional do Turismo Militar: Do Conceito à Operação” pretende relatar o próprio estudo/projeto e respetivos resultados, coordenado cientificamente pelo Instituto Politécnico de Tomar, e mostrar o percurso do Turismo Militar, desde a sua génese até à atualidade, de forma enquadrada com a atividade da Associação de Turismo Militar Português.
Abertura da exposições e reservas das 20h00 às 23h00
Atividade inserida no programa de dinamização das Jornadas Europeias do Património (28, 29 e 30 de setembro)
Domingos com música
Igreja de Nossa Senhora da Guia, Museu de Angra do Heroísmo, 2, 9, 16, 23 e 30 de setembro, 11h00
Concertos no órgão histórico construído por António Xavier Machado e Cerveira, em 1788
Organista: Gustaaf van Manen
Obras de compositores dos séculos XVI e XVII
Entrada livre
 
longa duração    
  Núcleo Militar Baptista de Lima
Núcleo Museológico de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima
O Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, instalado no antigo Hospital Militar da Boa Nova, acolhe a notável Coleção de Militaria do Museu de Angra do Heroísmo, sendo único museu português não integrado no Ministério da Defesa subordinado a esta temática, em que estão representadas não só os três ramos das Forças Armadas nacionais e estrangeiras, como também as forças paramilitares militarizadas, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana.

Anteriormente repartida por vários núcleos e reservas, dado a diversidade, volume e quantidade das peças que a constituem, esta coleção é trazida ao público através de três exposições temáticas de longa duração, que, a par de uma explanação da evolução e funcionalidade das armas e de um convite à reflexão sobre as grandes questões éticas, morais e sociais inerentes aos conflitos bélicos, documentam a personalidade e vivências pessoais do patrono e a história do próprio edifício.

Composto por peças de artilharia ligeira e pesada, armas de fogo, armas brancas, proteções metálicas, projéteis, equipamento de logística, arreios, uniformes e condecorações, este acervo, na sua maior parte acomodado em reservas concebidas em obediência à tipologia dos diferentes materiais, reflete o interesse pela área militar e o espírito coleccionista do primeiro diretor do Museu de Angra do Heroísmo, Manuel Coelho Baptista de Lima, que, durante mais de três décadas, garantiu por várias vias o seu enriquecimento.

O Antigo Hospital Militar da Boa Nova é uma estrutura construída de raiz com esta finalidade, nos inícios do século XVII, no tempo da União Dinástica, situado à ilharga da imponente fortaleza filipina, conhecida vulgarmente por Castelo de São João Baptista.
   
Os Homens, as Armas e a Guerra - Da flecha ao Drone
Esta exposição de longa duração remete para a evolução das armas em articulação com a história da humanidade, desde os tempos primordiais até à contemporaneidade, organizando-se em cinco núcleos temáticos, dispostos de forma diacrónica, tornando possível a ilusão de uma viagem no tempo e no espaço, até aos campos de batalha e ao seu contexto envolvente. O acervo da exposição é composto por armas brancas e de fogo, esfragística, documentos gráficos e de belas artes, uniformes e peças de proteção do corpo, instrumentos musicais, peças de artilharia e material de apoio, transportes e logística.

   
Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano
A exposição Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano visa historiar o desempenho deste intelectual angrense, referenciando a sua intenção de construir um discurso identitário e uma memória açoriana, dissonantes do regionalismo etnográfico da primeira metade do século XX, e evidenciando o seu contributo para a utilização, no arquipélago, de novos modelos europeus de gestão e defesa patrimonial, que vão marcar a génese da ação pública regional nesta área. 
   
Hospital Real da Boa Nova
Sob este título, reúnem-se as memórias de uso do edifício que terá sido, tanto quanto se conhece, um dos mais antigos, senão o mais antigo hospital militar do mundo, já que, até então, os doentes civis e militares tendiam a misturar-se nas instalações existentes.
Tendo a sua raiz primeira no hospital de campanha trazido por D Álvaro de Bazan, aquando da conquista da ilha Terceira, em 1583, o edifício filipino desenvolveu-se alinhado com a capela de Nossa Senhora da Boa Nova e crescendo, nos tempos de D. José I, com uma ampla enfermaria nova.
Os modos de ver a doença e a saúde, na sua relação com o sagrado e com as mezinhas e tratamentos arcaicos, bem como as memórias do que aconteceu neste edifício secular, são revisitados em painéis e peças, na antiga Capela e sacristia anexa, recordando a assinatura da rendição espanhola, em 1642, após um memorável cerco de 11 meses, mantido pela população e milícias da Terceira, com auxílio das de outras ilhas dos Açores; a pregação de António Vieira, em 1654; a figura do cronista maior da Terceira, Manuel Maldonado, autor da “Fenix, Angrence” e administrador do hospital, que aqui está sepultado, (1644-1711); e a instalação, durante algum tempo, do prelo inglês com que foi inaugurada a imprensa, nos Açores.

   
  Edifício de São Francisco
   
Edifício de S. Francisco | Memórias
A partir de 30 de março, na sala junto à receção deste Museu, por onde o visitante normalmente inicia o percurso de descoberta das exposições, apresenta-se a história deste espaço conventual e das instituições que o ocuparam ao longo de décadas e até séculos, sob o título Edifício de S. Francisco | Memórias.
Esta história começa com o povoamento e com a instalação junto à Ribeira dos Moinhos dos religiosos franciscanos em casas doadas por Afonso Gonçalves d’Antona Baldaia, o Velho de S. Francisco, e chega até hoje com a atividade desenvolvida por este Museu. Trata-se por isso de lembrar a vida daqueles religiosos, que permanece inscrita nas paredes desta construção do século XVII, e as memórias do Liceu de Angra que ainda vivem naqueles que o frequentaram.
   
Sala Frederico Vasconcelos
Desde 18 de Maio de 2012
A Sala Frederico Vasconcelos homenageia a Família Vasconcelos, que, desde o último quartel do século XVIII aos nossos dias, criou e desenvolveu negócios em variadíssimas áreas do comércio e da indústria com relevância no tecido económico local e regional, alguns dos quais ainda subsistem. Paralelamente, assume-se como um apontamento da história da Revolução Industrial possível nos Açores, vista através dos modos de ser e estar de uma família, do seu sentido de oportunidade e das mudanças de percurso dos seus investimentos que refletem os fluxos e refluxos do pulsar ilhéu.
   
Do Mar e da Terra... uma história no Atlântico
desde 30 de Março de 2011

Do Mar e da Terra … uma história no Atlântico assume-se como a principal narrativa expositiva do Museu de Angra do Heroísmo. Desenvolvendo-se ao longo de quatro momentos, que vão da descoberta e povoamento das ilhas até à contemporaneidade da Região, pretende aprofundar a cultura e história da Terceira e dos Açores, através das peças mais significativas e de maior valor da instituição. O projecto expositivo parte do papel geoestratégico do arquipélago e articula-se com os planos supra-regionais do país e do Mundo, de forma a abranger outras dimensões tidas como fundamentais para a compreensão da totalidade histórica e cultural desta ilha.
4 momentos expositivos:
Momento 1 O Conhecimento das Ilhas dos Açores
Momento 2 Angra, os Açores e o Mundo
Momento 3 Da Capitania Geral ao Liberalismo
Momento 4 A Formação do Contemporâneo
   
Bataria de Artilharia Schneider-Canet E o aço mudou o mundo... Uma Bataria de Artilharia Schneider-Canet nos Açores
desde Novembro 1997
         
Igreja de Nossa Senhora da Guia Igreja de N.ª S.ª da Guia
a partir do dia 21 de Junho de 2008
  Saberes e Técnicas Tradicionais Galeria Saberes e Técnicas Tradicionais
desde 12 de Março de 2004
Reserva visitável de Espécies em Pedra Reserva visitável de Espécies em Pedra
Nartex da Igreja de N.ª S.ª da Guia, a partir do dia 21 de Junho de 2008.
  Transportes de Tração Animal dos Séculos XVIII e XIX Reserva visitável de Transportes de Tracção Animal dos Séculos XVIII e XIX
desde 2002
   
2007 © Museu de Angra do Heroísmo. Todos os direitos reservados. Última actualização a 2018-08-03