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Exposições 2018
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Histórico
  Edifício de São Francisco
Tudo no Mundo Existe para Acabar em Livro | Instalação de Arte Contemporânea de Dionísio Souto Abreu
Sala do Capítulo, 28 de abril a 14 e outubro. Inauguração a 28 de abril pela 15h00
Instalação composta por um conjunto de caixas onde estão depositados 14 livros pintados cujas folhas constituem obras de arte únicas, que podem ser observadas por leitores, a partir de genuflexórios, de forma a referenciar o respeito devido ao livro, enquanto objeto de imaginário e de cultura.
   
Contemplações | Mostra de Pintura e de Gravura de Joseph van de Wall Perné
Sala Dacosta, 14 de abril a 3 de junho. Inauguração a 14 de abril pelas 15h00
Pertencentes ao colecionador Gustaaf van Manen, estas obras de pendor contemplativo são na sua maioria representações serenas de paisagem e naturezas mortas, contrastando com a vida atribulada do pintor holandês Joseph Van de Wall Perné (1866/1941).
   
Máquinas do Tempo | Retratos têxteis de Linda Lane Thornton
Do Mar e da Terra… uma história no Atlântico, 3 de fevereiro a 20 de maio
O trabalho de reaproveitamento têxtil conhecido como patchwork prende-se ao universo feminino da gestão doméstica, em que o material costurado, geralmente de feição utilitária, funciona muitas vezes como meio de evasão ao confinamento doméstico dado o prazer estético decorrente da combinação aleatória dos retalhos ou da recriação de padrões tradicionais. É por isso que as peças criadas por Linda Lane Thornton se revestem de um caráter único, não só pela excelência e multiplicidade de técnicas aplicadas, que fazem delas delicadas obras de arte, mas por se assumirem como journal quilts, retratos têxteis em que recoletou aventuras, experiências e momentos da sua viagem à volta do mundo a bordo do seu iate Coromandel, agora ancorado na marina de Angra do Heroísmo.
Delegação Aduaneira de Angra do Heroísmo - Cais da Alfândega
História a Fundo
Delegação Aduaneira de Angra do Heroísmo - Cais da Alfândega, 19 de março a 8 de junho
O Museu de Angra do Heroísmo, em colaboração com a delegação aduaneira desta cidade, apresenta ao público uma mostra de peças da sua Coleção de Arqueologia Subaquática.
The Angra do Heroismo Museum, in a partnership with local Customs Office, presents to the public from March 19th to June 8th, an exhibition of pieces from its Underwater Archeology assets.
Folha de sala
Eventos   2018 | 2017 | 2016 | 2015 | 2014 | 2013 | 2012 | 2011 | 2010
FESTIVAL + JAZZ
Auditório do Museu de Angra do Heroísmo, 25 de maio, 22h00 e 26 de maio, 21h30
Noite dos Museus
Museu de Angra do Heroísmo, 19 de maio
Serviço Educativo, 14h00/17h00

Ateliê de produção de moldes com o ceramista Adolfo Mendonça
Neste ateliê, será demonstrada a técnica de confeção de vários tipos de molde, pelo ceramista Adolfo Mendonça, cuja obra se inspira na vida marinha açoriana, tendo como especial referência os cetáceos.

Reserva de Transportes de Tração Animal dos Séculos XVIII e XIX, até 18 de junho
Exposição Mar Nosso | cerâmica de Adolfo Mendonça
Claustro do Edifício de São Francisco,
Visita à volta de um bote baleeiro
21h00 | Explicação do processo de construção e estrutura característica dos botes baleeiros açorianos, bem como de técnicas básicas de baleação, por Heliodoro Silva.
Rimanço de Mateus e da Baleia, pelo Grupo de Teatro Cães do Mar
21h30 | Fundamentação do projeto.
22h00 | Apresentação da opera folk Rimanço de Mateus e da Baleia – espetáculo único de versão experimental e condensada.

Encenadora: Ana Brum
Autor do texto: Peter Cann
Compositor: Antero Ávila
Protagonista: Ricardo Ávila
Atores: Participação de Bianca Mendes e Lara Costa, Pedro Cravo Fernandes, Rui Gambão Correia, Rui Nunes e do Grupo de Teatro A Sala.
Músicos: Hélder Xavier e flautista a designar
Música gravada com a OSIT
Concerto Solidário
Claustro do Edifício de São Francisco, 11 de maio, 21h00
Concerto organizado pela Associação de Estudantes da EBS Tomás de Borba e docentes do Departamento de Artes, no âmbito da Semana das Artes a decorrer naquele Estabelecimento de Ensino de 7 a 11 de maio, que visa a arrecadação de géneros alimentícios para famílias carenciadas.
Atuação dos Myrica Faya, Triplet e Dj Saturn Kid.
Entrada gratuita, mas dependente da entrega de um qualquer género alimentício destinado aos cabazes.
Venha provar a Europa no museu
9 de Maio, quarta-feira, 21h00
Faça a rota de acepipes inspirados na gastronomia de Estados
membros da UE, temperados de poesia pelo Grupo de Teatro A Sala e selados com um concerto pelos The Big Muffin Orchestra. Entrada livre.
 
longa duração    
  Núcleo Militar Baptista de Lima
Núcleo Museológico de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima
O Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, instalado no antigo Hospital Militar da Boa Nova, acolhe a notável Coleção de Militaria do Museu de Angra do Heroísmo, sendo único museu português não integrado no Ministério da Defesa subordinado a esta temática, em que estão representadas não só os três ramos das Forças Armadas nacionais e estrangeiras, como também as forças paramilitares militarizadas, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana.

Anteriormente repartida por vários núcleos e reservas, dado a diversidade, volume e quantidade das peças que a constituem, esta coleção é trazida ao público através de três exposições temáticas de longa duração, que, a par de uma explanação da evolução e funcionalidade das armas e de um convite à reflexão sobre as grandes questões éticas, morais e sociais inerentes aos conflitos bélicos, documentam a personalidade e vivências pessoais do patrono e a história do próprio edifício.

Composto por peças de artilharia ligeira e pesada, armas de fogo, armas brancas, proteções metálicas, projéteis, equipamento de logística, arreios, uniformes e condecorações, este acervo, na sua maior parte acomodado em reservas concebidas em obediência à tipologia dos diferentes materiais, reflete o interesse pela área militar e o espírito coleccionista do primeiro diretor do Museu de Angra do Heroísmo, Manuel Coelho Baptista de Lima, que, durante mais de três décadas, garantiu por várias vias o seu enriquecimento.

O Antigo Hospital Militar da Boa Nova é uma estrutura construída de raiz com esta finalidade, nos inícios do século XVII, no tempo da União Dinástica, situado à ilharga da imponente fortaleza filipina, conhecida vulgarmente por Castelo de São João Baptista.
   
Os Homens, as Armas e a Guerra - Da flecha ao Drone
Esta exposição de longa duração remete para a evolução das armas em articulação com a história da humanidade, desde os tempos primordiais até à contemporaneidade, organizando-se em cinco núcleos temáticos, dispostos de forma diacrónica, tornando possível a ilusão de uma viagem no tempo e no espaço, até aos campos de batalha e ao seu contexto envolvente. O acervo da exposição é composto por armas brancas e de fogo, esfragística, documentos gráficos e de belas artes, uniformes e peças de proteção do corpo, instrumentos musicais, peças de artilharia e material de apoio, transportes e logística.

   
Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano
A exposição Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano visa historiar o desempenho deste intelectual angrense, referenciando a sua intenção de construir um discurso identitário e uma memória açoriana, dissonantes do regionalismo etnográfico da primeira metade do século XX, e evidenciando o seu contributo para a utilização, no arquipélago, de novos modelos europeus de gestão e defesa patrimonial, que vão marcar a génese da ação pública regional nesta área. 
   
Hospital Real da Boa Nova
Sob este título, reúnem-se as memórias de uso do edifício que terá sido, tanto quanto se conhece, um dos mais antigos, senão o mais antigo hospital militar do mundo, já que, até então, os doentes civis e militares tendiam a misturar-se nas instalações existentes.
Tendo a sua raiz primeira no hospital de campanha trazido por D Álvaro de Bazan, aquando da conquista da ilha Terceira, em 1583, o edifício filipino desenvolveu-se alinhado com a capela de Nossa Senhora da Boa Nova e crescendo, nos tempos de D. José I, com uma ampla enfermaria nova.
Os modos de ver a doença e a saúde, na sua relação com o sagrado e com as mezinhas e tratamentos arcaicos, bem como as memórias do que aconteceu neste edifício secular, são revisitados em painéis e peças, na antiga Capela e sacristia anexa, recordando a assinatura da rendição espanhola, em 1642, após um memorável cerco de 11 meses, mantido pela população e milícias da Terceira, com auxílio das de outras ilhas dos Açores; a pregação de António Vieira, em 1654; a figura do cronista maior da Terceira, Manuel Maldonado, autor da “Fenix, Angrence” e administrador do hospital, que aqui está sepultado, (1644-1711); e a instalação, durante algum tempo, do prelo inglês com que foi inaugurada a imprensa, nos Açores.

   
  Edifício de São Francisco
   
Edifício de S. Francisco | Memórias
A partir de 30 de março, na sala junto à receção deste Museu, por onde o visitante normalmente inicia o percurso de descoberta das exposições, apresenta-se a história deste espaço conventual e das instituições que o ocuparam ao longo de décadas e até séculos, sob o título Edifício de S. Francisco | Memórias.
Esta história começa com o povoamento e com a instalação junto à Ribeira dos Moinhos dos religiosos franciscanos em casas doadas por Afonso Gonçalves d’Antona Baldaia, o Velho de S. Francisco, e chega até hoje com a atividade desenvolvida por este Museu. Trata-se por isso de lembrar a vida daqueles religiosos, que permanece inscrita nas paredes desta construção do século XVII, e as memórias do Liceu de Angra que ainda vivem naqueles que o frequentaram.
   
Sala Frederico Vasconcelos
Desde 18 de Maio de 2012
A Sala Frederico Vasconcelos homenageia a Família Vasconcelos, que, desde o último quartel do século XVIII aos nossos dias, criou e desenvolveu negócios em variadíssimas áreas do comércio e da indústria com relevância no tecido económico local e regional, alguns dos quais ainda subsistem. Paralelamente, assume-se como um apontamento da história da Revolução Industrial possível nos Açores, vista através dos modos de ser e estar de uma família, do seu sentido de oportunidade e das mudanças de percurso dos seus investimentos que refletem os fluxos e refluxos do pulsar ilhéu.
   
Do Mar e da Terra... uma história no Atlântico
desde 30 de Março de 2011

Do Mar e da Terra … uma história no Atlântico assume-se como a principal narrativa expositiva do Museu de Angra do Heroísmo. Desenvolvendo-se ao longo de quatro momentos, que vão da descoberta e povoamento das ilhas até à contemporaneidade da Região, pretende aprofundar a cultura e história da Terceira e dos Açores, através das peças mais significativas e de maior valor da instituição. O projecto expositivo parte do papel geoestratégico do arquipélago e articula-se com os planos supra-regionais do país e do Mundo, de forma a abranger outras dimensões tidas como fundamentais para a compreensão da totalidade histórica e cultural desta ilha.
4 momentos expositivos:
Momento 1 O Conhecimento das Ilhas dos Açores
Momento 2 Angra, os Açores e o Mundo
Momento 3 Da Capitania Geral ao Liberalismo
Momento 4 A Formação do Contemporâneo
   
Bataria de Artilharia Schneider-Canet E o aço mudou o mundo... Uma Bataria de Artilharia Schneider-Canet nos Açores
desde Novembro 1997
         
Igreja de Nossa Senhora da Guia Igreja de N.ª S.ª da Guia
a partir do dia 21 de Junho de 2008
  Saberes e Técnicas Tradicionais Galeria Saberes e Técnicas Tradicionais
desde 12 de Março de 2004
Reserva visitável de Espécies em Pedra Reserva visitável de Espécies em Pedra
Nartex da Igreja de N.ª S.ª da Guia, a partir do dia 21 de Junho de 2008.
  Transportes de Tração Animal dos Séculos XVIII e XIX Reserva visitável de Transportes de Tracção Animal dos Séculos XVIII e XIX
desde 2002
   
2007 © Museu de Angra do Heroísmo. Todos os direitos reservados. Última actualização a 2018-05-20