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Exposições 2017

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Histórico
  Edifício de São Francisco
José Nuno da Camara Pereira I um Sisifo Feliz
Sala do Capítulo e Sala Dacosta, 10 de fev. a 16 de abr.
José Nuno da Câmara Pereira – Um Sísifo Feliz é uma exposição retrospetiva, com curadoria do crítico de arte José Luís Porfírio, que a Direção Regional da Cultura apresentou pela primeira vez em 2016 no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, em S. Miguel.
Conforme explica o curador, os dois espaços ocupados no Museu de Angra do Heroísmo são a Sala do Capítulo e a Sala Dacosta, nenhum deles abrigando objetos que sejam genuínas pinturas de cavalete, mas sim caixas, contentores, relevos (na Sala do Capítulo) e vídeos documentando e recriando obras desaparecidas (na Sala Dacosta). Esta escolha é intencional, marcando a contínua vontade de ultrapassar – por dentro – a pintura que acompanha o trabalho de José Nuno, desde os finais da década de 1970 até aos nossos dias e que é a parte mais pessoal e intensa da sua obra.
   
Os Dias do Cinema | Memória Projetada
IV Momento da exposição Do Mar e da Terra… uma história no Atlântico, 12 de nov. de 2016 a fev. de 2017
Museu Adentro é um projecto do Museu de Angra do Heroísmo que consubstancia a sua missão de divulgar e potenciar as coleções e áreas temáticas representadas no seu acervo. Pretende simultaneamente fidelizar público e chamar a si a comunidade em que a instituição se insere, facultando- lhe (in)formação de natureza e interesse, no âmbito da história, da arte, da religião e também da ciência e da técnica.
Assim, a exposição “Do Mar e da Terra… uma história no Atlântico” é periodicamente enriquecida com mostras de peças associadas aos seus diferentes núcleos expositivos, oriundas quer das reservas do MAH, quer facultadas para esse fim por entidades externas.
As máquinas de projetar constituem o principal equipamento das instituições que proporcionam a sétima arte aos cidadãos. Na 6.ª edição do Museu Adentro, destaca-se uma máquina de projetar Philips fp 6 35 mm, pertença da Sociedade Filarmónica Recreio dos Artistas, cujas sessões de cinema familiar marcaram a vivência dos angrenses no século passado.
   
  Biblioteca Publica e Arquivo Regional Luis da Silva Ribeiro
Dinossáurios na Biblioteca
11 de jan. a jun.
Os dinossáurios são seres cativantes profundamente enraizadas no nosso imaginário coletivo. Motivaram lendas e mitos, originaram heróis de B. D., inspiraram versões de criaturas monstruosas e alienígenas e protagonizaram inúmeros filmes de aventuras. Estas replicas, pertença do Museu de Angra do Heroísmo, irão visitar a Biblioteca e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, funcionando como embaixadores do Museu de Angra do Heroísmo e dando a conhecer conceitos básicos de paleontologia.
   
  Bibiblioteca Municipal de Olhão
Oásis | Wildlife Photography by Nuno Sá
4 a 25 de fev.
Oásis by Nuno Sá | Wildlife Photography é composta por 24 fotografias subaquáticas em grande formato, que dão a conhecer o esplendor, a bizarria e a beleza das múltiplas criaturas que habitam a imensidão do mar açoriano e fazem dele um inusitado oásis, que poucos têm a oportunidade de vislumbrar.
Patente na Sala do Capítulo do MAH e no Fórum Terceira, de junho a outubro de 2014, esta exposição foi depositada no Museu de Angra do Heroísmo, que assegurou a sua apresentação no Museu da Baleação de New Bedford, reafirmando a ligação entre duas comunidades protagonistas da história baleeira, já que foram muitos os açorianos a integrar as tripulações dos navios/fábrica norte-
americanos, que demandaram os Açores nos séculos XVIII e XIX.
   
Eventos   2017 | 2016 | 2015 | 2014 | 2013 | 2012 | 2011 | 2010
Abano Léquio | Refresco, Acessório, Linguagem e Arma
Reserva de Transportes de Tração Animal dos Séculos XVIII e XIX, 4 de mar., 20h00
Mostra de leques | Inauguração
Comunicação de Maria Assunção Melo
Madame de Stäel em Paris, na viragem do século XVIII para o XIX, referia-se ao leque como um elemento distinto e aferidor do estatuto social: “Há tantos modos de se servir de um leque que se pode distinguir, logo à primeira vista, uma princesa de uma condessa, uma marquesa de uma routière. Aliás, uma dama sem leque é como um nobre sem espada”. Nesta comunicação, Maria Assunção Melo abordará a origem, história e função assumida pelos leques nas civilizações oriental e ocidental.

Um Leque e Olé
O Museu de Angra do Heroísmo rende-se à beleza e garbo das sevilhanas, organizando um workshop de dança e promovendo um serão, em que a par de sabores andaluzes se poderá apreciar uma demonstração deste bailado, caracterizado pelo intrincado e misterioso jogo de mãos, a contorção dos corpos em harmoniosas voltas, jogos de pés e de saias.

Workshop de sevilhanas
Auditório do MAH, 4 de mar, 10h30/12h00, 14h00/17h00
Monitora: Noelia Garciolo de Haro
Frequência limitada a 20 participantes
Custo: 12 €
Inscrições através do telefone 295 240 800 ou do e-mail museu.angra.agenda@azores.gov.pt

Serão Sevilhano
Auditório do MAH, 21h00
Origens, história e características das sevilhanas, por Noelia Garciolo de Haro
Demonstração de sevilhanas
Petiscos andaluzes

Boa Nova à Noite
Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, 15 de fev., 20h00/22h00
Visita aos espaços expositivos Os Homens, as Armas e a Guerra, Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano e Hospital Real da Boa Nova.
Acesso às reservas de uniformes, armas ligeiras e armas pesadas.
Jóias para Teclas da Música Barroca
Igreja de Nossa Senhora da Guia, 24 de fev., 21h00
Sarau de cravo e órgão pelo cravista e organista Gustaaf van Manen
Compositores:
Jan Pieterszoon Sweelinck (1562-1621)
Johann Jakob Froberger (1616-1667)
 
longa duração    
  Núcleo Militar Baptista de Lima
Núcleo Museológico de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima
O Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, instalado no antigo Hospital Militar da Boa Nova, acolhe a notável Coleção de Militaria do Museu de Angra do Heroísmo, sendo único museu português não integrado no Ministério da Defesa subordinado a esta temática, em que estão representadas não só os três ramos das Forças Armadas nacionais e estrangeiras, como também as forças paramilitares militarizadas, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana.

Anteriormente repartida por vários núcleos e reservas, dado a diversidade, volume e quantidade das peças que a constituem, esta coleção é trazida ao público através de três exposições temáticas de longa duração, que, a par de uma explanação da evolução e funcionalidade das armas e de um convite à reflexão sobre as grandes questões éticas, morais e sociais inerentes aos conflitos bélicos, documentam a personalidade e vivências pessoais do patrono e a história do próprio edifício.

Composto por peças de artilharia ligeira e pesada, armas de fogo, armas brancas, proteções metálicas, projéteis, equipamento de logística, arreios, uniformes e condecorações, este acervo, na sua maior parte acomodado em reservas concebidas em obediência à tipologia dos diferentes materiais, reflete o interesse pela área militar e o espírito coleccionista do primeiro diretor do Museu de Angra do Heroísmo, Manuel Coelho Baptista de Lima, que, durante mais de três décadas, garantiu por várias vias o seu enriquecimento.

O Antigo Hospital Militar da Boa Nova é uma estrutura construída de raiz com esta finalidade, nos inícios do século XVII, no tempo da União Dinástica, situado à ilharga da imponente fortaleza filipina, conhecida vulgarmente por Castelo de São João Baptista.
   
Os Homens, as Armas e a Guerra - Da flecha ao Drone
Esta exposição de longa duração remete para a evolução das armas em articulação com a história da humanidade, desde os tempos primordiais até à contemporaneidade, organizando-se em cinco núcleos temáticos, dispostos de forma diacrónica, tornando possível a ilusão de uma viagem no tempo e no espaço, até aos campos de batalha e ao seu contexto envolvente. O acervo da exposição é composto por armas brancas e de fogo, esfragística, documentos gráficos e de belas artes, uniformes e peças de proteção do corpo, instrumentos musicais, peças de artilharia e material de apoio, transportes e logística.

   
Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano
A exposição Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano visa historiar o desempenho deste intelectual angrense, referenciando a sua intenção de construir um discurso identitário e uma memória açoriana, dissonantes do regionalismo etnográfico da primeira metade do século XX, e evidenciando o seu contributo para a utilização, no arquipélago, de novos modelos europeus de gestão e defesa patrimonial, que vão marcar a génese da ação pública regional nesta área. 
   
Hospital Real da Boa Nova
Sob este título, reúnem-se as memórias de uso do edifício que terá sido, tanto quanto se conhece, um dos mais antigos, senão o mais antigo hospital militar do mundo, já que, até então, os doentes civis e militares tendiam a misturar-se nas instalações existentes.
Tendo a sua raiz primeira no hospital de campanha trazido por D Álvaro de Bazan, aquando da conquista da ilha Terceira, em 1583, o edifício filipino desenvolveu-se alinhado com a capela de Nossa Senhora da Boa Nova e crescendo, nos tempos de D. José I, com uma ampla enfermaria nova.
Os modos de ver a doença e a saúde, na sua relação com o sagrado e com as mezinhas e tratamentos arcaicos, bem como as memórias do que aconteceu neste edifício secular, são revisitados em painéis e peças, na antiga Capela e sacristia anexa, recordando a assinatura da rendição espanhola, em 1642, após um memorável cerco de 11 meses, mantido pela população e milícias da Terceira, com auxílio das de outras ilhas dos Açores; a pregação de António Vieira, em 1654; a figura do cronista maior da Terceira, Manuel Maldonado, autor da “Fenix, Angrence” e administrador do hospital, que aqui está sepultado, (1644-1711); e a instalação, durante algum tempo, do prelo inglês com que foi inaugurada a imprensa, nos Açores.

   
  Edifício de São Francisco
   
Edifício de S. Francisco | Memórias
A partir de 30 de março, na sala junto à receção deste Museu, por onde o visitante normalmente inicia o percurso de descoberta das exposições, apresenta-se a história deste espaço conventual e das instituições que o ocuparam ao longo de décadas e até séculos, sob o título Edifício de S. Francisco | Memórias.
Esta história começa com o povoamento e com a instalação junto à Ribeira dos Moinhos dos religiosos franciscanos em casas doadas por Afonso Gonçalves d’Antona Baldaia, o Velho de S. Francisco, e chega até hoje com a atividade desenvolvida por este Museu. Trata-se por isso de lembrar a vida daqueles religiosos, que permanece inscrita nas paredes desta construção do século XVII, e as memórias do Liceu de Angra que ainda vivem naqueles que o frequentaram.
   
Sala Frederico Vasconcelos
Desde 18 de Maio de 2012
A Sala Frederico Vasconcelos homenageia a Família Vasconcelos, que, desde o último quartel do século XVIII aos nossos dias, criou e desenvolveu negócios em variadíssimas áreas do comércio e da indústria com relevância no tecido económico local e regional, alguns dos quais ainda subsistem. Paralelamente, assume-se como um apontamento da história da Revolução Industrial possível nos Açores, vista através dos modos de ser e estar de uma família, do seu sentido de oportunidade e das mudanças de percurso dos seus investimentos que refletem os fluxos e refluxos do pulsar ilhéu.
   
Do Mar e da Terra... uma história no Atlântico
desde 30 de Março de 2011

Do Mar e da Terra … uma história no Atlântico assume-se como a principal narrativa expositiva do Museu de Angra do Heroísmo. Desenvolvendo-se ao longo de quatro momentos, que vão da descoberta e povoamento das ilhas até à contemporaneidade da Região, pretende aprofundar a cultura e história da Terceira e dos Açores, através das peças mais significativas e de maior valor da instituição. O projecto expositivo parte do papel geoestratégico do arquipélago e articula-se com os planos supra-regionais do país e do Mundo, de forma a abranger outras dimensões tidas como fundamentais para a compreensão da totalidade histórica e cultural desta ilha.
4 momentos expositivos:
Momento 1 O Conhecimento das Ilhas dos Açores
Momento 2 Angra, os Açores e o Mundo
Momento 3 Da Capitania Geral ao Liberalismo
Momento 4 A Formação do Contemporâneo
   
Bataria de Artilharia Schneider-Canet E o aço mudou o mundo... Uma Bataria de Artilharia Schneider-Canet nos Açores
desde Novembro 1997
         
Igreja de Nossa Senhora da Guia Igreja de N.ª S.ª da Guia
a partir do dia 21 de Junho de 2008
  Saberes e Técnicas Tradicionais Galeria Saberes e Técnicas Tradicionais
desde 12 de Março de 2004
Reserva visitável de Espécies em Pedra Reserva visitável de Espécies em Pedra
Nartex da Igreja de N.ª S.ª da Guia, a partir do dia 21 de Junho de 2008.
  Transportes de Tração Animal dos Séculos XVIII e XIX Reserva visitável de Transportes de Tracção Animal dos Séculos XVIII e XIX
desde 2002
   
2007 © Museu de Angra do Heroísmo. Todos os direitos reservados. Última actualização a 2017-02-27