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Exposições 2017

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Histórico
  Edifício de São Francisco
Almanaque do Camponez
Sala do Capítulo, 1 de maio a 3 de set.
   
Conexão: Raminho - Gävsta | escultura de Baltasar Pinheiro
Sala Dacosta, 21 de abr. a 30 de jul.
A pedra vulcânica e a madeira complementam-se nestes trabalhos, materializando o encontro improvável entre dois lugares situados em diâmetros opostos da Europa Ocidental: Raminho, a freguesia da ilha Terceira onde nasceu o escultor, e Gävsta, localidade sueca, onde reside há dez anos.
   
Abano Léquio | Refresco, acessório, linguagem e arma
Reserva de Transportes de Tração Animal dos Séculos XVIII e XIX, 4 de mar. a jun.
O leque é um instrumento utilitário para refrescar o ar e um adereço, originário do Extremo Oriente, mais precisamente da China, (século VII) e, posteriormente, do Japão, de onde foi trazido pelos portugueses, em meados do século XVI. Introduzido por intermédio de Catarina de Médicis, na corte francesa, o seu uso disseminou-se progressivamente por toda a Europa, tornando-se símbolo de poder, elegância e erotismo. Nesta mostra, expõem-se três exemplares de leques que integram o acervo do MAH.
   
  Biblioteca Publica e Arquivo Regional Luis da Silva Ribeiro
Dinossáurios na Biblioteca
11 de jan. a jun.
Os dinossáurios são seres cativantes profundamente enraizadas no nosso imaginário coletivo. Motivaram lendas e mitos, originaram heróis de B. D., inspiraram versões de criaturas monstruosas e alienígenas e protagonizaram inúmeros filmes de aventuras. Estas replicas, pertença do Museu de Angra do Heroísmo, irão visitar a Biblioteca e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, funcionando como embaixadores do Museu de Angra do Heroísmo e dando a conhecer conceitos básicos de paleontologia.
   
Eventos   2017 | 2016 | 2015 | 2014 | 2013 | 2012 | 2011 | 2010
Noite dos Museus
O Museu não sai de Moda
20 de maio, 21h30
O Museu de Angra do Heroísmo celebra a Noite dos Museus | 2017, assinalando o 90.º aniversário do “Documentário Terceirense” da autoria de António Luís Lourenço da Costa, considerado o primeiro registo fílmico angrense conhecido, e apresentando uma coleção de moda da autoria de Sílvia Teixeira, resultado de uma Residência Criativa organizada pelo Centro Regional de Apoio ao Artesanato, composta por peças que incorporam rendas certificadas das ilhas do Pico e Faial e se inspiram no glamour dos anos 30.
Passado e presente, música e moda, irão cruzar-se nesta noite de festa, em que se recriarão alguns dos quadros ilustrativos do viver citadino do início do século passado recolhidos por aquele que foi o seu primeiro "cineasta", num valioso documento, cuja película original pertence ao espólio do Museu de Angra do Heroísmo, que o reeditou em formato digital.
Café Teatro
M de maio e de Mãe
Auditório/bar do Museu de Angra do Heroísmo, 24 de maio, 21h00

“Eis o teu rosto iluminado por esta hora de maio. Ao filho autêntico, basta fechar os olhos para encontrar o rosto da sua mãe.“
José Luís Peixoto, in “Em o teu ventre”.
Lançamento do livro A Grande Guerra nos Açores - Património e Memória Militar, Sérgio Rezendes
Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, 20 de maio, 15h00
“De uma guerra inicialmente longínqua, o estrangulamento das exportações açorianas rapidamente se faria sentir nos mercados tradicionais, entretanto em guerra. A presença de esquadras de superfícies em águas dos Açores desapareceria com a mesma rapidez com que a inicial neutralidade protegera as embarcações alemãs nos portos das ilhas. A presença de submarinos alemães no seu mar, a partir de 1915, reforçaria os receios militares que clamavam por meios desde o início do conflito, atingindo-se o clímax com o bombardeamento de Ponta Delgada em julho de 1917. Detentores de um importante mar, dois importantes portos, um Depósito de Concentrados Alemães e de estações de cabo telegráfico ou de T.S.F., os Açores tornar-se-iam alvo da atenção dos E.U.A., e da tentativa do Estado de ombrear com a implantação de uma base americana na mesma cidade. Contudo, a vida dos açorianos tornara-se madrasta: da escassez das importações e exportações e das graves dificuldades financeiras e de defesa que transformara camponeses em soldados sem recursos, o fim da guerra radicalizar-se-ia ainda mais com combates no mar e uma gripe espanhola que trespassaria o arquipélago”.

+ JAZZ, Auditório/bar do Museu de Angra do Heroísmo
26 de maio
21h00 Abertura das exposições
Ilustrações de Taty Arruda (Rio de Janeiro, Brasil)
Street art / Ilustrações de Luís Brum (Terceira, Açores)
21h30 Concerto: The Big Muffin Orchestra (Terceira, Açores)
22h30 Concerto: Momkéspapoila (Terceira, Açores)
23h30 Concerto: Voyage (São Miguel, Açores)

27 de maio
15h00 Apresentação do livro de fotografia, Os caminhos do jazz, de Jefferson Melo
(Rio de Janeiro, Brasil)
21h30 Concerto: The Rite of Trio (Porto, Portugal)
22h30 Concerto: Praso & RichardBeats (Alentejo, Portugal)
24h00 Dj set: Rui Trintaeum (Porto, Portugal)

 
longa duração    
  Núcleo Militar Baptista de Lima
Núcleo Museológico de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima
O Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, instalado no antigo Hospital Militar da Boa Nova, acolhe a notável Coleção de Militaria do Museu de Angra do Heroísmo, sendo único museu português não integrado no Ministério da Defesa subordinado a esta temática, em que estão representadas não só os três ramos das Forças Armadas nacionais e estrangeiras, como também as forças paramilitares militarizadas, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana.

Anteriormente repartida por vários núcleos e reservas, dado a diversidade, volume e quantidade das peças que a constituem, esta coleção é trazida ao público através de três exposições temáticas de longa duração, que, a par de uma explanação da evolução e funcionalidade das armas e de um convite à reflexão sobre as grandes questões éticas, morais e sociais inerentes aos conflitos bélicos, documentam a personalidade e vivências pessoais do patrono e a história do próprio edifício.

Composto por peças de artilharia ligeira e pesada, armas de fogo, armas brancas, proteções metálicas, projéteis, equipamento de logística, arreios, uniformes e condecorações, este acervo, na sua maior parte acomodado em reservas concebidas em obediência à tipologia dos diferentes materiais, reflete o interesse pela área militar e o espírito coleccionista do primeiro diretor do Museu de Angra do Heroísmo, Manuel Coelho Baptista de Lima, que, durante mais de três décadas, garantiu por várias vias o seu enriquecimento.

O Antigo Hospital Militar da Boa Nova é uma estrutura construída de raiz com esta finalidade, nos inícios do século XVII, no tempo da União Dinástica, situado à ilharga da imponente fortaleza filipina, conhecida vulgarmente por Castelo de São João Baptista.
   
Os Homens, as Armas e a Guerra - Da flecha ao Drone
Esta exposição de longa duração remete para a evolução das armas em articulação com a história da humanidade, desde os tempos primordiais até à contemporaneidade, organizando-se em cinco núcleos temáticos, dispostos de forma diacrónica, tornando possível a ilusão de uma viagem no tempo e no espaço, até aos campos de batalha e ao seu contexto envolvente. O acervo da exposição é composto por armas brancas e de fogo, esfragística, documentos gráficos e de belas artes, uniformes e peças de proteção do corpo, instrumentos musicais, peças de artilharia e material de apoio, transportes e logística.

   
Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano
A exposição Memória e Novidade: Manuel Coelho Baptista de Lima e o Património Açoriano visa historiar o desempenho deste intelectual angrense, referenciando a sua intenção de construir um discurso identitário e uma memória açoriana, dissonantes do regionalismo etnográfico da primeira metade do século XX, e evidenciando o seu contributo para a utilização, no arquipélago, de novos modelos europeus de gestão e defesa patrimonial, que vão marcar a génese da ação pública regional nesta área. 
   
Hospital Real da Boa Nova
Sob este título, reúnem-se as memórias de uso do edifício que terá sido, tanto quanto se conhece, um dos mais antigos, senão o mais antigo hospital militar do mundo, já que, até então, os doentes civis e militares tendiam a misturar-se nas instalações existentes.
Tendo a sua raiz primeira no hospital de campanha trazido por D Álvaro de Bazan, aquando da conquista da ilha Terceira, em 1583, o edifício filipino desenvolveu-se alinhado com a capela de Nossa Senhora da Boa Nova e crescendo, nos tempos de D. José I, com uma ampla enfermaria nova.
Os modos de ver a doença e a saúde, na sua relação com o sagrado e com as mezinhas e tratamentos arcaicos, bem como as memórias do que aconteceu neste edifício secular, são revisitados em painéis e peças, na antiga Capela e sacristia anexa, recordando a assinatura da rendição espanhola, em 1642, após um memorável cerco de 11 meses, mantido pela população e milícias da Terceira, com auxílio das de outras ilhas dos Açores; a pregação de António Vieira, em 1654; a figura do cronista maior da Terceira, Manuel Maldonado, autor da “Fenix, Angrence” e administrador do hospital, que aqui está sepultado, (1644-1711); e a instalação, durante algum tempo, do prelo inglês com que foi inaugurada a imprensa, nos Açores.

   
  Edifício de São Francisco
   
Edifício de S. Francisco | Memórias
A partir de 30 de março, na sala junto à receção deste Museu, por onde o visitante normalmente inicia o percurso de descoberta das exposições, apresenta-se a história deste espaço conventual e das instituições que o ocuparam ao longo de décadas e até séculos, sob o título Edifício de S. Francisco | Memórias.
Esta história começa com o povoamento e com a instalação junto à Ribeira dos Moinhos dos religiosos franciscanos em casas doadas por Afonso Gonçalves d’Antona Baldaia, o Velho de S. Francisco, e chega até hoje com a atividade desenvolvida por este Museu. Trata-se por isso de lembrar a vida daqueles religiosos, que permanece inscrita nas paredes desta construção do século XVII, e as memórias do Liceu de Angra que ainda vivem naqueles que o frequentaram.
   
Sala Frederico Vasconcelos
Desde 18 de Maio de 2012
A Sala Frederico Vasconcelos homenageia a Família Vasconcelos, que, desde o último quartel do século XVIII aos nossos dias, criou e desenvolveu negócios em variadíssimas áreas do comércio e da indústria com relevância no tecido económico local e regional, alguns dos quais ainda subsistem. Paralelamente, assume-se como um apontamento da história da Revolução Industrial possível nos Açores, vista através dos modos de ser e estar de uma família, do seu sentido de oportunidade e das mudanças de percurso dos seus investimentos que refletem os fluxos e refluxos do pulsar ilhéu.
   
Do Mar e da Terra... uma história no Atlântico
desde 30 de Março de 2011

Do Mar e da Terra … uma história no Atlântico assume-se como a principal narrativa expositiva do Museu de Angra do Heroísmo. Desenvolvendo-se ao longo de quatro momentos, que vão da descoberta e povoamento das ilhas até à contemporaneidade da Região, pretende aprofundar a cultura e história da Terceira e dos Açores, através das peças mais significativas e de maior valor da instituição. O projecto expositivo parte do papel geoestratégico do arquipélago e articula-se com os planos supra-regionais do país e do Mundo, de forma a abranger outras dimensões tidas como fundamentais para a compreensão da totalidade histórica e cultural desta ilha.
4 momentos expositivos:
Momento 1 O Conhecimento das Ilhas dos Açores
Momento 2 Angra, os Açores e o Mundo
Momento 3 Da Capitania Geral ao Liberalismo
Momento 4 A Formação do Contemporâneo
   
Bataria de Artilharia Schneider-Canet E o aço mudou o mundo... Uma Bataria de Artilharia Schneider-Canet nos Açores
desde Novembro 1997
         
Igreja de Nossa Senhora da Guia Igreja de N.ª S.ª da Guia
a partir do dia 21 de Junho de 2008
  Saberes e Técnicas Tradicionais Galeria Saberes e Técnicas Tradicionais
desde 12 de Março de 2004
Reserva visitável de Espécies em Pedra Reserva visitável de Espécies em Pedra
Nartex da Igreja de N.ª S.ª da Guia, a partir do dia 21 de Junho de 2008.
  Transportes de Tração Animal dos Séculos XVIII e XIX Reserva visitável de Transportes de Tracção Animal dos Séculos XVIII e XIX
desde 2002
   
2007 © Museu de Angra do Heroísmo. Todos os direitos reservados. Última actualização a 2017-05-22