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Eventos 2018

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Café Teatro
Da Sala para o Cabaret
Auditório do Museu de Angra do Heroísmo, 4 de maio, 21h00
Os cabarés foram vanguardistas ao inovar a produção artística, explorando a relação entre vida e arte. Com o mesmo intuito, da nossa Sala iremos viajar até Berlim, Paris e Londres, sem preconceitos, sem censura...
Entrada em regime de livre acesso
Fotografia: Ruben Tavares
Concerto de Coro e Órgão
Igreja de Nossa Senhora da Guia, 30 de abril, 21h30
Coro Paroquial da Igreja da Sra. da Conceição – Porto
Direção: José Luis Carrapa
Órgão: Eugénio Amorim
Programa:
O. Gjeilo: Ubi caritas
Gregoriano: Magnificat (Coro / Org “in alternatim”)
J. Busto O magnum mysterium
J.-G. Rheinberger: Dextera Domini
J.-G. Rheinberger: Ave Regina
A. Bruckner: Ave Maria
E. Carrapatoso: Salve Regina (Co / Org)
P. de Cristo: In monte Oliveti
A. Bruckner: Christus factus est
E. Amorim: improvisação sobre Veni creator spiritus
K. Nystedt: Laudate
Comida Real
Sala do Capítulo do Museu de Angra do Heroísmo, 21 de abril, 20h00
Ceia temática evocativa da Visita Régia de El-Rei D. Carlos e Rainha D. Amélia | 1 a 4 de julho1901
O Museu de Angra do Heroísmo promove a 21 de abril, pelas 20h00, uma ceia temática evocativa da visita régia de D. Carlos e de D. Amélia aos Açores, em 1901, acontecimento que, como sublinha de Susana Serpa Silva, se revestiu “de grande importância para a divulgação das ilhas e para o reforço da unidade nacional, suscitando uma oportunidade para os povos insulares mostrarem as suas capacidades e valias, mas também as muitas carências com que se debatiam.”
O evento iniciar-se-á no IV momento da exposição Do Mar e da Terra… uma história no Atlântico, que inclui peças que documentam a estada dos reis na ilha Terceira, nomeadamente marinhas da autoria de D. Carlos, a vitória que terá transportado os monarcas e os vidros ogivais do iate D. Amélia entre outras igualmente contextualizadoras da época. Na ocasião será lida uma saudação aos soberanos publicada no jornal A União a 1 de julho.
A ceia, cuja confeção está a cargo do Clube de Golfe da Ilha Terceira, será servida na Sala do Capítulo, sendo o menu inspirado no do jantar oferecido pelos monarcas no Paço Real (Palácio dos Capitães Generais). A refeição será complementada por uma alocação de José Guilherme Reis Leite sobre o contexto político subjacente à visita, uma explicitação do programa da mesma por Ana Almeida e Carla Devesa e um apontamento musical a cargo de Elena Kharambula, Mikhayl Roussal e Orest Grystsyuk . Na sala, será apresentada uma mostra com objetos do acervo do Museu de Angra do Heroísmo, que se encontram em reserva, ilustrativos de diferentes momentos da visita evocada.
A participação depende de inscrição prévia através do mail museu.angra.azores.gov.pt e do telefone 295240800, sendo o custo da refeição, (€20), pago ao Clube de Golfe da Ilha Terceira.
Conferências na Boa Nova
Do Tejo ao Lys – Morrer na Linha das Aldeias
Conferência por Jaime Regalado

Atividade que assinala os 100 da Batalho do Lys | | Grande Guerra
Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, 11 de abril, 20h00
Abertura das reservas e das exposições das 20h00 às 23h00

Entrada gratuita
A decisão política de Portugal intervir no teatro europeu da I Guerra Mundial projetou, no total, uma força, o Corpo Expedicionário Português (CEP), de quase 60 000 militares portugueses para um novo e desconhecido paradigma de guerra.
Após mais de um ano na frente, o CEP estava desgastado, com baixa moral e desfalcado de efetivos. Na madrugada de 9 de Abril de 1918, a “tempestade alemã” abateu-se sobre os sectores portugueses e, em poucas horas, a resistência portuguesa resumia-se a pequenos grupos de praças que combatiam em torno de alguns oficiais mais carismáticos.
A Batalha do Lys, como é conhecida na historiografia portuguesa, traduziu-se num dos maiores desastres militares portugueses, porém com contornos muito específicos que importa debater.
Museu Eletrónico
31 de março, Auditório do Museu, de Angra do Heroísmo, 16h00
Workshop de percussão por Luís Bravo
Serão abordadas técnicas de produção ao nível da batida, explicitando formas de aprimorar a mesma, nomeadamente a concepção do kick, snare e restantes percussões, bem como a criação de elos de ligação entre os elementos anteriormente citados.
Auditório do Museu de Angra do Heroísmo, 18h00
Workshop de sintetizadores por Miguel Torga
Partilha de conhecimento, por parte do artista em questão, ao nível de sintetizadores, que são uma das ferramentas essenciais para a produção de música eletrónica.
Música Ambiente
Claustro do Edifício de São Francisco, 14h00/20h00
Prestação dos DJs: Unlock e Hugo 3M
Co-organização: Palpita Talento / Museu de Angra do Heroísmo
7 DIAS 7 PALCOS 7 ESPETÁCULOS | FESTIVAL
OS AMORES ENCARDIDOS DE PADI E BALBINA: UMA DÚBIA ESTÓRIA DE AMOR DO “REVENGE”
GRUPO DE TEATRO CÃES DO MAR
Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, 24 de março, 21h00
Inspirado no naufrágio do Revenge, célebre embarcação corsária inglesa, na costa da Terceira, nos finais do século XVI, este espetáculo ficcional dá voz a uma série de histórias de aventuras e desventuras, próximas da tradição oral, mantendo, no entanto,
relações com a realidade.

25 de março, Claustro do Edifício de São Francisco, 16h00
POESIA IN CLAUSTRO
PELO ALPENDRE | GRUPO DE TEATRO

CONFERÊNCIA
DIREITOS DE AUTOR | PRODUÇÃO E GESTÃO CULTURAL

Auditório do Museu de Angra do Heroísmo, 17h00

OS MANDRIÕES
PELO GRUPO DE TEATRO A SALA
Auditório do Museu de Angra do Heroísmo, 19h00
Três amigos, três mandriões… que se entreajudam numa sucessão de diálogos nonsense tal como a sua existência numa sociedade marcada pelo materialismo desenfreado.
Empatizar com eles é fácil, depois perceberão o porquê.
Co-organização: Museu de Angra do Heroísmo / Alpendre | Grupo de Teatro
SABERES DA TERRA IV
Ribeira dos Moinhos: Água e Património
Auditório do Museu de Angra do Heroísmo, 24 de março, 15h00
Painel de comunicações por Isabel Silva e Paulo Barcelos
Abertura da Sacristia da Igreja de Nossa Senhora da Guia após obras de restauro
Auditório do Museu de Angra do Heroísmo, 17 de março, 15h00
CONSERVAÇÃO E RESTAURO DOS BENS MÓVEIS E INTEGRADOS DA SACRISTIA DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA GUIA
Conferência por Paula Romão

Igreja de Nossa Senhora da Guia

VISITA À SACRISTIA DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA GUIA

JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750) - 333 ANOS
Concerto para Cravo e Violoncelo

Gustaaf van Manen – Cravo
Orest Grytsiouk – Violoncelo
Sonata Nº 1 para Violoncelo e cravo, BWV 1027 em Sol Maior
Adagio-Allegro, ma non tanto-Andante-Allegro moderato
Sonata Nº 3 para violoncelo e cravo, BWV 1029 em sol menor
Vivace-Adagio-Allegro

Máquinas do Tempo | Retratos têxteis de Linda Lane Thornton
Do Mar e da Terra… uma história no Atlântico. Inauguração a 3 de fevereiro, 15h00
COMUNICAÇÃO POR LINDA LANE THORNTON
Nesta comunicação, Linda Lane Thornton, iatista de origem inglesa e artista têxtil, comentará as peças que constituem a mostra Máquinas do Tempo | Retratos Têxteis e que são parte constituinte do journal quilt que elaborou a bordo do seu iate Coromandel, aquando da sua viagem de circum-navegação que a trouxe até aos Açores, cujas paisagens retratou em páginas de tecido, recorrendo a diferentes técnicas de patchwork e bordado.
SABERES DA TERRA 3
Contaminação de aquíferos, por Francisco Cota Rodrigues
Auditório do MAH, 24 de fevereiro, 15h00
A contaminação das águas subterrâneas, associada ao transporte e armazenamento de combustíveis na Base das Lajes e nas suas imediações, tem gerado polémica, suscitando alguma controvérsia. Nesta comunicação, procura-se caracterizar o estado atual da qualidade das águas captadas para abastecimento humano na ilha Terceira, nomeadamente na Praia da Vitória, perspetivando-se a sua evolução futura, tendo em conta os últimos estudos efectuados neste domínio.
ATIVIDADE ORGANIZADA NO ÂMBITO DO PROGRAMA DE DINAMIZAÇÃO DA EXPOSIÇÃO INSTRUMENTOS DE TRABALHO E DE CULTURA
CONFERÊNCIAS NA BOA NOVA
Rituais de Poder: O Fascínio das Armas Orientais
COMUNICAÇÃO POR JORGE CARAVANA, COLECIONADOR
Núcleo de História Militar Manuel Coelho Baptista de Lima, 21 de fevereiro, 20h00
Partindo da definição de colecionismo, o conferencista passa em revista as coleções de armaria e mais particularmente de armas orientais pertencentes a museus e a privados, entre as quais a sua, que, elegendo armas brancas ligadasà expansão Portuguesa pelo Oriente, assume especial relevância ao documentar por esta via a simbiose cultural decorrente dos Descobrimentos.
Inauguração da Exposição Aquedutos: Água e Património | Fotografia de Pedro Inácio
Os Antigos Aquedutos: dos Romanos até à Atualidade
Comunicação de Pedro Inácio seguida de visita à exposição.
Auditório do MAH, 17 de fevereiro, 15h00
Parte dos monumentos cujas fotografias integram exposição Aquedutos: Água e Património remontam ao tempo dos romanos,
pioneiros na construção de numerosos aquedutos por todo o seu antigo Império. Aproveitando o conhecimento e a técnica da engenharia romana, foram construídos em Portugal, mil e quinhentos anos mais tarde, vários aquedutos que, como se explicará na presente comunicação, contribuíram decisivamente para melhorar o abastecimento de água e a qualidade de vida das populações.
A Biotecnologia ao Serviço da Preservação e Valorização do Património Vegetal Açoriano
POR DUARTE MENDONÇA
Auditório do MAH, 27 de janeiro, 15h00
Diversos recursos vegetais açorianos, quer endémicos quer de culturas tradicionais, estão em risco de se perderem ou estão subvalorizados. Neste evento será apresentado o trabalho desenvolvido nos laboratórios do Centro de Biotecnologia dos Açores – Universidade dos Açores, onde estão a ser empregues ferramentas de base biotecnológica com o objetivo de transformar
estes recursos numa mais valia que transcende o valor económico, isto é engloba também valores ecológicos, éticos, espirituais, estéticos, simbólicos, educativos e científicos.
CAFÉ TEATRO
A ponte é uma passagem...
Auditório do Museu de Angra do Heroísmo, 8 de fevereiro, 21h00
Comecemos o ano unindo o que os muros da solidão, do desamor e do ócio separam.
Venha ter connosco no primeiro café teatro de 2018.
Entrada gratuita
Fotografia: Margarida Quinteiro
Técnicas Ancestrais de Mobilização e Fertilização dos Solos por João Madruga e Alfredo Borba
Auditório do MAH, 20 de janeiro, 15h00
Nesta comunicação, será abordada a execução das arroteias desenvolvidas pelos primeiros povoadores em função da tipologia dos solos e mediante o uso de diferentes alfaias agrícolas, bem como a utilização da sideração para a recuperação da fertilidade dos solos.
A Reviravolta dos Brinquedos: O Regresso
TEATRO INFANTIL
Auditório do MAH, 14 de janeiro, 15h00
Companhia de Teatro Residente do Museu de Angra do Heroísmo A SALA
Bilhete: 2 euros
Maratona Luso-Americana de Leitura
6 de janeiro 2018
Ateliê de Modelagem
Mostra de Cerâmica de Adolfo Mendoça
Leitura da obra Moby Dick, de Herman Melvillea
7 de janeiro 2018
Projeção de Moby Dick
   
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